Colaboração de hoqueipatins.com e jornal Record.
Classificação
1º FC PORTO, 6 ptos (15-6)
2º AA Espinho, 6 ptos (10-4)
3º AE Física D, 6 ptos (7-3)
4º UD Oliveirense, 6 ptos (7-4)5º SL Benfica, 4 ptos (12-2)
6º Candelária SC, 4 ptos (5-3)
7º OC Barcelos, 3 ptos (5-5)
8º AD Valongo, 3 ptos (6-3)
9º CD Paço de Arcos, 3 ptos (7-9)
10º ACR Gulpilhares, 3 ptos (10-5)
11º HC Braga, 1 pto (2-4)
12º HC ''Os Tigres'', 1 pto (5-11)
13º CI Sagres, 0 ptos (6-11)
14º AJ Viana, 0 ptos (1-7)
15º Porto Santo SAD, 0 ptos (2-11)
16º Riba D'Ave HC, 0 ptos (4-16)
Melhores Marcadores
1º Zorro Viana (SL Benfica), 7 golos
2os Vítor Hugo (UD Oliveirense), 5 golos
Carrais (ACR Gulpilhares) 5 golos
Pedrito Gil (FC Porto) 5 golos
5º Caio (FC Porto) 4 golos
UD OLIVEIRENSE 2-1 OC BARCELOS
2-0 ao intervalo
Árbitros: Joaquim Pinto e José Pinto (ambos do Porto)
Pavilhão Dr. Salvador Machado em Oliveira de Azeméis
1-0 por Tó Silva (12m)
2-0 por Vítor Hugo (15m)
2-1 por Carlos André (39m)
UD Oliveirense: Domingos Pinho (GR), Nuno Resende, Diogo Silva ©, Tó Silva (1) e Vítor Hugo (1). Jogaram ainda: André Azevedo, Francisco Silva e Piolho. Treinador: José Querido.
OC Barcelos: Paulo Matos (GR), Tó Leal ©, Nuno Almeida, Hugo Costa e Xixa. Jogaram ainda: Zé Pedro, Carlos André (1), Nuno Félix e André Centeno. Treinador: José Fernandes.
Cartões azuis: -
Melhor em campo: Vítor Hugo, fundamental para a vitória final, fazendo um golo e uma assistência. Jogou sempre a grande ritmo ao longo de todo o encontro.
A Oliveirense continua invicta no campeonato. A turma de José Querido demonstrou-se superior aos barcelenses ao longo de toda a partida, não materializando contudo a superioridade em golos. Excelente organização e fio de jogo quer no ataque quer na defesa, a formação da casa desperdiçou inúmeros lances na cara do guardião Paulo Matos. O Barcelos viu-se impotente para jogar de igual para igual, apostando principalmente no remate de meia distância e no contra-ataque, lance do qual viria a marcar o único tento. Xixa continua a ser o jogador mais esclarecido do ataque, tendo passado pelo stick do mesmo grande parte do ataque minhoto.
José Querido: ''Faltou-nos eficácia. Tivemos oportunidade de matar o jogo, não o fizemos e o Barcelos foi acreditando. Contudo soubemos sofrer'', avançou o técnico à RTP2.
José Fernandes: ''Tivemos a primeira parte controlada e na segunda abrimos mais o nosso jogo. Existirão oportunidades para empatarmos mas não o conseguimos. Penso que a primeira parte foi nossa e a segunda deles'', disse o técnico à RTP2.
CD PAÇO DE ARCOS 4-3 CI SAGRES
1-1 ao intervaloÁrbitros: Jaime Vieira (Alentejo) e Ricardo Leão (Lisboa)
Pavilhão Gimnodesportivo do CD Paço de Arcos
1-0 por Nélson Ribeiro (2m)
1-1 por Jorge Vieira (14m)
1-2 por Ricardo Carvalho (32m)
1-3 por Jorge Vieira (39m)
2-3 por Miguel Dantas (42m)
3-3 por Johe (42m)
4-3 por Johe (45m)
CD Paço de Arcos: Carlos Silva (GR), André Pereira, Nélson Ribeiro (1), Miguel Dantas © (1) e André Moreira. Jogaram ainda: Johe (2), Rui Pereira e Rui Ribeiro. Treinador: Paulo Garrido.
CI Sagres: Paulinho Santos (GR), Ricardo Carvalho (1), Jorge Vieira (2), Tiago Pimenta e Nélson Almeida (c). Jogaram ainda: Ricardo Frias, Rui Vieira, Alexandre Silva e Gabriel Dâmaso. Treinador: Nuno Carrão.
Cartões azuis: André Moreira, André Pereira e Nélson Almeida.
ACR GULPILHARES 7-1 PORTO SANTO SAD
2-0 ao intervalo
Árbitros: Rui Torres e Paulo Raínha (ambos do Minho)
Pavilhão Municipal de Gulpilhares
1-0 por Carrais (9m)
2-0 por Carrais (18m)
3-0 por Ruben Pereira (37m)
4-0 por Nélson Gomes (37m)
4-1 por Colo Medina (p, 42m)
5-1 por Nélson Gomes (45m)
6-1 por Carrais (47m)
7-1 por Carrais (48m)
ACR Gulpilhares: Ricardo Pereira (GR), Marco Dias ©, Poca, Nélson Gomes (2) e Carrais (4). Jogaram ainda: Dani, Sebastião Sousa, Gustavo Vidal e Ruben Pereira (1). Treinador: Francisco Silva.
Porto Santo SAD: Pedro Santiago (GR), Zézinho, Daniel Paias, Rui Cova e Colo Medina (c, 1). Jogaram ainda: Carlos Lopes (GR), Ricardo Antunes, Pedro Silva, Paulo Monteiro e Hugo Drummond. Treinador: Leonardo Ferreira.
Cartão azul: Ruben Pereira.
AE FÍSICA D 3-2 AD VALONGO
1-0 ao intervalo
Árbitros: Joaquim Carpelho e Rui Lameiras (ambos de Setúbal)
Pavilhão José Maria Antunes Junior em Torres Vedras, cerca de 400 espectadores
1-0 por Germán Dates (10m)
1-1 por Hugo Azevedo (ld, 31m)
2-1 por Filipe Grileiro (p, 35m)
3-1 por Peca Peca (p, 38m)
3-2 por Raúl Meca (46m)
AE Física D: Pilé (GR), Carlitos Godinho ©, Samuel Lima, Carlos Garrancho e Germán Dates (1). Jogaram ainda: Vítor Fortunato, Filipe Grileiro (1), Peca Peca (1) e Alan Fernandes. Treinador: Vítor Fortunato
AD Valongo: Fábio Vieira (GR), João Marques, Miguel Viterbo ©, Hugo Azevedo (1) e Peixe. Jogaram ainda: Raúl Meca (1), Pedro Mendes e Pedro Pinto. Treinador: Paulo Pereira.
Cartões azuis: Miguel Viterbo e João Marques.
Melhor em campo: Carlitos Godinho, o jogar mais completo em pista. Importante quer na defesa quer no ataque, foi o mais expedito nas iniciativas atacantes da equipa da casa, principalmente no um para um. Também fundamental a segurar a bola nos últimos minutos do encontro.
Resultado enganador em Torres Vedras. A Física foi claramente superior ao Valongo, tendo os da casa passado um mau bocado na parte final de forma desnecessária. O ataque do Valongo revelou-se lento para tão boa atitude defensiva torriense e só os remates de meia distância e os lances de bola parada provocaram aflição a Pilé. Aproveitando o factor do plantel ser praticamente o mesmo das duas épocas anteriores, a turma de Vítor Fortunato revelou um excelente entendimento quer no ataque quer na defesa.
CRÓNICA DE LUÍS CRISTÓVÃOA Física venceu o Valongo por 3-2, em jogo a contar para a Jornada 2 do Nacional de Hóquei em Patins. Apesar de se ter mostrado uma equipa superior tecnicamente, a vitória acabou por ser sofrida até ao apito final.
Num Pavilhão muito bem composto, onde se destacou a estreia da numerosa claque da Física, o jogo começou com um cartão azul para um jogador do Valongo, com pouco mais de um minuto jogado. Alan Fernandes avançou para a marcação do livre directo, mas o guardião adversário, Fábio Vieira, defendeu, dando o tom para o que viria a ser a sua grande exibição.
Mas a Física estava bem determinada a vencer a partida e dominou durante quase toda a primeira parte, mostrando-se mais organizada no ataque, perante um Valongo muito físico, mas pouco criativo. Aos dez minutos de jogo, o marcador foi finalmente inaugurado. Carlos Garrancho fez um primeiro remate e, após o ressalto, German Dates insistiu e marcou o merecido golo. A primeira parte terminou com a vantagem da equipa da casa, mas os valonguenses não davam o jogo por perdido.
Depois de ter feito nove faltas no primeiro tempo, a Física acabou por ver marcada a décima infracção com seis minutos jogados no segundo tempo (foi a primeira das três faltas que a equipa de arbitragem marcou à Física por simulação dos seus jogadores…). Na conversão do livre, Hugo Azevedo empatou e relançou a luta no ringue. As disputas de bola tornaram-se ainda mais duras, com o Valongo a usar e abusar do choque. No entanto, com maior inteligência competitiva, a Física não deixava de abordar a baliza contrária, ainda que muito bem contrariada pelas defesas do guarda-redes adversário. A única forma de conseguir bater Fábio Vieira foi através da marcação de grandes penalidades.
Aos dez e aos dezanove minutos da segunda metade, em duas faltas claras cometidas dentro da área valonguense, a Física ganhou vantagem na partida. Filipe Grileiro e Ricardo Pereira, respectivamente, marcaram as penalidades que pareciam dar a tranquilidade à equipa da casa. Mas não foi o caso. O Valongo lançou-se no ataque e beneficiando do número de faltas marcadas à defesa da Física, foi ganhando ascendente, embora desperdiçando o livre directo ganho à décima quinta falta assinalada. Esse golo acabaria por chegar aos 21 minutos de jogo, por intermédio de Raul Meca, fazendo dos últimos minutos um jogo de nervos para os dois conjuntos.
A equipa da Física, ainda assim, mostrou-se senhora da bola e foi controlando o tempo até ao final, atingindo uma vitória bem merecida frente a um adversário muito complicado e que soube valorizar o resultado atingido.
A dupla de arbitragem Joaquim Carpelho e Rui Lameiras, vinda de Setúbal, esteve ao nível a que já nos habituou em jornadas passadas. Iguais a si próprios.
SL BENFICA 11-1 RIBA D'AVE HC
3-0 ao intervalo
Árbitros: Miguel Guilherme e Jorge Ventura (ambos de Lisboa)
Pavilhão Açoreana Seguros em Lisboa
1-0 por Zorro Viana (5m)
2-0 por Zorro Viana (15m)
3-0 por Valter Neves (22m)
4-0 por Zorro Viana (ld, 32m)
5-0 por Cacau (34m)
6-0 por Zorro Viana (38m)
7-0 por Sérgio Silva (p, 40m)
8-0 por Carlitos López (42m)
8-1 por Pedro Nogueira (44m)
9-1 por Zorro Viana (46m)
10-1 por Zorro Viana (48m)
11-1 por Zorro Viana (49m)
SL Benfica: Ricardo Silva (GR), Valter Neves © (1), Sérgio Silva (1), Carlitos López (1) e Zorro Viana (7). Jogaram ainda: Tuco Ábalos, Chiquinho, Cacau (1) e João Rodrigues. Treinador: Luís Sénica.
Riba D’Ave HC: Telmo Fernandes (GR), André Alves, Pedro Salgado ©, Joel Ferreira e Miguel Soares. Jogaram ainda: Pedro Pereira (GR), Pedro Sousa, Vítor Hugo Pimenta, Pedro Nogueira (1) e António Cruz. Treinador: Horácio Ferreira.
Cartões azuis: Valter Neves, António Cruz e Pedro Salgado.
Melhor em campo: Zorro Viana, marcou golos de todas as maneiras e feitios, mas foi principalmente no remate aéreo que mais singrou. As picadinhas e os desvios no interior da área permitiram-lhe uma exibição de destaque nos encarnados.
Jogo sem grande história, vitória e expressão do resultado claramente justos para a formação encarnada. A diferença de ritmos de jogo dos dois conjuntos foi evidente.AJ VIANA 1-3 AA ESPINHO
1-2 ao intervalo
Árbitros: Luís Inácio (Ribatejo) e Vítor Roxo (Leiria)
Pavilhão de Monserrate em Viana do Castelo
0-1 por João Pinto (6m)
1-1 por Diogo Fernandes (12m)
1-2 por Fred (17m)
1-3 por Miguel Sousa (39m)
AJ Viana: Leonardo Pais (GR), Rodrigo Sousa ©, Joel Coelho, Didi e Diogo Fernandes (1). Jogou ainda: Álvaro Pinto e Hélder Martins. Treinador: Pedro Sampaio
AA Espinho: Ângelo Girão (GR), Miguel Sousa (1), João Pinto (c, 1), André Pinto e Rato. Jogaram ainda: Tó Costa e Fred (1). Treinador: Carlos Realista
Cartões azuis: -
Melhor em campo: João Pinto, portador de jogo dos espinhenses, tem revelando grande responsabilidade nesta matéria. É o carregador de piano da formação de Carlos Realista.
O Espinho somou a segunda vitória no campeonato. Em Viana do Castelo, os espinhenses revelaram-se mais frios na hora de atirar à baliza, sendo essa a principal diferença em relação ao adversário. A Juventude de Viana continua a passar um mau bocado na primeira divisão, sendo na defesa e na finalização que figuram os erros principais de um conjunto muito perdido dentro de ringue. Vitória justa e que poderia ter sofrido contornos de goleada, não fosse a excelente exibição de Leonardo Pais.
Pedro Sampaio: ‘’Não conseguimos impor o nosso hóquei. Tivemos muitos erros defensivos e precipitação no ataque, estivemos muito apáticos. Na segunda parte tivemos algum azar, algumas situações para marcar, mas não tivemos cabeça. A sorte do jogo não esteve connosco. A equipa hoje não estava nos melhores dias. Esta partida fica para história para vermos o quanto mal jogámos’’, disse à Rádio Geice FM.
Carlos Realista: ‘’Fomos a equipa com mais posse de bola e com maior número de oportunidades. Parabéns ao Leonardo (Pais). Na defesa, soubemos marcar muito bem, no ataque aproveitámos os contra ataques. A Juventude andou sempre na espectativa e começou a perder a cabeça e nós jogámos bem com essa situação’’, referiu o ex-internacional português à Rádio Geice FM.
CANDELÁRIA SC 3-1 HC BRAGA
0-0 ao intervalo
Árbitros: Rego Lamela e António Teixeira (ambos do Minho)
Pavilhão da Escola Cardeal Costa Nunes nas Lages do Pico
1-0 por Martín Montivero (32m)
1-1 por Rafa (41m)
2-1 por Mauro Fernández (43m)
3-1 por Tiago Rafael (44m)
Candelária SC: João Miguel (GR), Tiago Resende ©, Tiago Rafael (1), Martín Montivero e Jorge Silva. Jogaram ainda: Mauro Fernández (1) e Pedro Afonso. Treinador: Carlos Dantas.
HC Braga: Guilherme Silva (GR), Luís Filipe (1), Hélder Nunes, Rafa e Fellini ©. Jogaram ainda: Viti, André Torres, Rato e Henrique Magalhães. Treinador: Vítor Silva.
Cartão Azul: Martín Montivero, Hélder Nunes, Rato e Vítor Silva.
Melhor em campo: Mauro Fernández, foi o jogador chave na fase crítica do jogo. A sua entrada deu vivacidade à equipa, contribuindo também com um golo importantíssimo para o desfecho do resultado.
Partida de grande equilíbrio e interesse. O Braga vai confirmando o rótulo de equipa a ter em conta para os lugares cimeiros do campeonato. Contudo a bela partida realizada pelos pupilos de Vítor Silva não foi suficiente para bater a frieza e a experiência do conjunto açoriano, que muito cautelosamente construiu uma bela vitória.
Domingo
FC PORTO 9-3 HC ''OS TIGRES''
4-2 ao intervaloÁrbitros: Paulo Santos e Porfírio Fernandes (ambos do Porto)
Pavilhão Dragão Caixa no Porto
1-0 por Pedrito Gil (1m)
1-1 por Diogo Lã (5m)
2-1 por Caio (6m)
2-2 por Diogo Lã (9m)
3-2 por Caio (23m)
4-2 por Caio (23m)
5-2 por Pedrito Gil (28m)
6-2 por Pedrito Gil (33m)
6-3 por Carlitos (39m)
7-3 por Filipe Santos (45m)
8-3 por Filipe Santos (46m)
9-3 por Gonçalo Suíssas (47m)
FC Porto: Edo Bosch (GR), Pedro Moreira, Rei, Caio (3) e Pedrito Gil (3). Jogaram ainda: Nélson Filipe (GR), Gonçalo Suíssas (1), Nélson Pereira, Filipe Santos © (2) e Tiago Santos. Treinador: Tó Neves.
HC ‘’Os Tigres’’: André Azevedo (GR), Carlitos © (1), Carlos Trindade, Luís Querido e Diogo Lã (2). Jogaram ainda: Gonçalo Favinha, Pedro Vaz e João Beja. Treinador: Nélson Lourenço.
Cartões azuis: -
Melhor em campo: Caio, excelente no capítulo da finalização, conseguiu com três golos, dar a tranquilidade aos azuis e brancos quando estes teimavam em não deslocar do adversário ao nível do resultado.
Vitória justa do conjunto azul e branco, ainda que tal como na passada semana a parte inicial do encontro tenha sido complicada, com um empate a dois verificado até bem perto do intervalo. Destaque para o guardião André Azevedo, autor de uma excelente exibição na baliza dos Tigres, com um total de 47 paradas.
Tó Neves: ‘’O início destes encontros é sempre complicado mas conseguimos dar a volta a essa situação. Mantivemos um ritmo bastante alto ao longo de todo o encontro. Mais uma vez defrontámos contra uma equipa que joga no nosso erro, e vai ser assim ao longo de todo o campeonato’’, em declarações à Porto Canal.
Filipe Santos: ‘’São jogos sempre complicados. Enquanto o resultado não aumentar é sempre difícil defrontar este tipo de formações’’, referiu o regressado capitão à Porto Canal.
Quarta-feira, Outubro 26, 2011
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