Com a colaboração de hoqueipatins.com e do jornal Record
Classificação
1º FC Porto, 21 ptos (56-20)
2º SL Benfica, 19 ptos (49-16)
3º AE Física D, 19 ptos (23-9)
4º Candelária SC, 17 ptos (31-16)
5º UD Oliveirense, 15 ptos (27-21)
6º CD Paço de Arcos, 10 ptos (24-20)
7º OC Barcelos, 10 ptos (18-21)
8º AA Espinho, 10 ptos (27-32)
9º AD Valongo, 9 ptos (31-31)
10º ACR Gulpilhares, 9 ptos (31-27)
11º HC ''Os Tigres'', 8 ptos (27-31)
12º HC Braga, 7 ptos (20-25)
13º AJ Viana, 3 ptos (10-22)
14º Riba D'Ave HC, 3 ptos (17-50)
15º CI Sagres, 3 ptos (19-37)
16º Porto Santo SAD, 0 ptos (16-48)
Melhores Marcadores
1º Zorro Viana (SL Benfica) 18 golos
2º Pedrito Gil (FC Porto) 16 golos
3os Nélson Ribeiro (CD Paço de Arcos) 15 golos
Martín Montivero (Candelária SC) 15 golos
5º Hugo Azevedo (AD Valongo) 14 golos
AD VALONGO 1-8 FC PORTO
0-4 ao intervalo
Pavilhão Municipal de Valongo
Árbitros: Jaime Vieira (Alentejo) e Joaquim Carpelho (Setúbal)
0-1 por Rei (7m)
0-2 por Rei (9m)
0-3 por Gonçalo Suíssas (20m)
0-4 por Gonçalo Suíssas (23m)
1-4 por Peixe (29m)
1-5 por Filipe Santos (30m)
1-6 por Rei (34m) LD
1-7 por Pedrito Gil (44m)
1-8 por Pedrito Gil (47m)
AD Valongo: Fábio Vieira (GR), Miguel Viterbo (c), João Marques, Peixe (1) e Hugo Azevedo. Jogaram ainda: Pedro Mendes, Pedro Pinto, Geita e Raúl Meca. Treinador: Paulo Pereira.
FC Porto: Edo Bosch (GR), Pedro Moreira, Rei (3), Caio e Pedrito Gil (2). Jogaram ainda: Nélson Filipe (GR), Filipe Santos (c, 1), Nélson Pereira, Tiago Santos e Gonçalo Suíssas (2). Treinador: Tó Neves.
Cartões azuis: João Marques e Miguel Viterbo.
Melhor em campo: Rei, de entre tanta qualidade, destacou-se pelos três tentos que marcou, principalmente os dois primeiros que abriram o marcador para o Futebol Clube do Porto.
O Porto passeou mais uma vez toda a sua classe. Num ringue tradicionalmente complicado, a turma azul e branca aguentou a pressão valonguense nos primeiros minutos, partindo para nova grande exibição. De facto, o Valongo sabia que teria de concretizar as primeiras oportunidades, sendo também notório que os jogadores verde rubros estavam preparados para o ataque constante da defensiva portista ao portador da bola, no entanto, a concretização não foi a melhor, muito por culpa de Edo Bosch. Hugo Azevedo não foi o matador de outros dias e com a partida a ser jogada a ritmo estonteante, acabou por ser Reinaldo Ventura a marcar dois tentos em três minutos, desmoralizando por completo o conjunto da casa. Na segunda metade do primeiro tempo começou-se a notar a diferença de banco das duas formações, aproveitando o elenco forasteiro para fazer mais dois tentos antes do intervalo, ambos pelo suplente Gonçalo Suíssas.
No segundo tempo mais do mesmo. Um Valongo completamente destroçado pelo resultado viu a formação de Tó Neves a jogar, acabando o encontro com uma goleada que apenas não sofreu outros contornos devido a Fábio Vieira e também à falta de concretização azul e branca. Resultado justíssimo para os pupilos de Tó Neves.
Declarações à RTP2
Paulo Pereira: ''O Porto foi a única equipa que esteve em ringue hoje. Não estivemos ao nível que costumamos estar nos jogos em casa. Não complicámos em nada o jogo do adversário e de facto hoje não foi o nosso dia''.
Peixe: ''Entrámos mal e quando estamos a perder por dois golos de diferença com o Porto sabemos que depois é difícil voltar ao jogo. No segundo tempo tentámos contrariar mas o Porto foi superior''.
Tó Neves: ''Esperávamos um jogo difícil, aqui em Valongo é sempre complicado. Preparámos bem este encontro, os jogadores ajudaram-se uns aos outros, queriam muito ganhar e acabámos por ter uma vitória justíssima. Há aqui jogadores que são o Futebol Clube do Porto e que põe o clube à frente de todas as dificuldades do dia-a-dia''.
CI SAGRES 2-7 SL BENFICA
0-4 ao intervalo
Pavilhão do CI Sagres no Porto
Árbitros: Domingos Carvalho e Jerónimo Moura (ambos do Porto)
0-1 por Valter Neves (1m)
0-2 por Chiquinho (9m)
0-3 por Valter Neves (11m)
0-4 por Zorro Viana (19m)
0-5 por Cacau (28m)
1-5 por Tiago Pimenta (29m)
1-6 por Cacau (30m)
2-6 por Bruno Gomes (37m)
2-7 por Sérgio Silva (48m) P
CI Sagres: Paulinho Santos (GR), Paulo Alves, Nélson Almeida, Jorge Vieira e Bruno Gomes (1). Jogaram ainda: João Gilvaz (c), Alexandre Silva, Tiago Pimenta (1) e Ricardo Carvalho. Treinador: Nuno Carrão.
SL Benfica: Ricardo Silva (GR), Valter Neves (c, 2), Sérgio Silva (1), Chiquinho (1) e Carlitos López. Jogaram ainda: Pedro Henriques (GR), João Rodrigues, Cacau (2) e Zorro Viana (1). Treinador: Luís Sénica.
Cartões azuis: Bruno Gomes e Nélson Almeida (2).
Melhor em campo: Valter Neves, foi o jogador mais completo em pista, estando em grande evidência no ataque (construção de excelentes jogadas colectivas) e na defesa (bolas ganhas e intercepções in-extremis). Peça fundamental para uma das exibições mais conseguidas e eficazes da turma encarnada.
Vitória tranquila do Benfica no Porto. O Infante Sagres foi uma equipa lenta, principalmente nas alturas em que Paulo Alves figurava na pista. O Benfica aproveitou essa lentidão para apostar nos contra-ataques que tão bom resultado deram. Apesar de ser um adversário de outra dimensão, foi de facto uma das melhores exibições da turma encarnada, que esteve muito concentrada na defesa, cometendo poucos erros.
Declarações à Plurisports:
Nuno Carrão: ''O Benfica entrou muito forte. Cometemos três ou quatro erros fatais. Na segunda parte tivemos uma reacção mas não conseguimos ser matadores na zona de finalização. Foi uma vitória justa do Benfica''.
Paulinho Santos: ''Já sabia que ia ser muito solicitado. Alguns de nós nunca tinham vivido um jogo deste nível e acusámos bastante o nervosismo. Temos de nos adaptar rápidamente a estas situações''.
Valter Neves: ''Tornámos o jogo fácil na medida em que entrámos bem na partida. Continuamos na senda das vitórias''.
Luís Sénica: ''Jogo muito aberto. Um bom espectáculo de hóquei. Tivemos mais eficácia. Conseguimos uma margem tranquila cedo o que nos tranquilizou bastante. Penso que foi um resultado justo''.
PORTO SANTO SAD 1-3 HC ''OS TIGRES''
Pavilhão Municipal de Porto Santo
Árbitros: José Pinto e Joaquim Pinto (ambos do Porto)
Porto Santo SAD: Pedro Santiago (GR), Colo Medina (c, 1), Zézinho, Ricardo Antunes e Rui Cova. Jogaram ainda: Paulo Monteiro e Hugo Drummond. Treinador: Leonardo Ferreira.
HC ''Os Tigres'': André Azevedo (GR), Carlitos (c), Carlos Trindade, Gonçalo Favinha (2) e Diogo Lã (1). Jogaram ainda: Luís Querido, João Beja e Pedro Vaz. Treinador: Nélson Lourenço.
Cartão azul: Ricardo Antunes e João Beja.
AA ESPINHO 3-6 CANDELÁRIA SC
1-3 ao intervalo
Pavilhão Gimnodesportivo Arquitecto Jerónimo Ferreira Reis em Espinho
Árbitros: Rui Torres e Paulo Raínha (ambos do Minho)
0-1 por Jorge Silva (6m)
1-1 por André Pinto (9m)
1-2 por Jorge Silva (21m) LD
1-3 por Nuno Araújo (23m)
1-4 por Tiago Rafael (27m)
2-4 por Fred (29m) LD
2-5 por Martín Montivero (42m)
2-6 por Martín Montivero (42m)
3-6 por André Pinto (46m)
AA Espinho: Ângelo Girão (GR), Miguel Sousa, João Pinto, André Pinto (2) e Rato. Jogaram ainda: Miguel Sousa e Fred (1). Treinador: Carlos Realista.
Candelária SC: João Miguel (GR), Tiago Resende (c), Tiago Rafael (1), Jorge Silva (2) e Martín Montivero (2). Jogaram ainda: Nuno Araújo (1) e Mauro Fernández. Treinador: Carlos Dantas.
Cartões azuis: Rato, João Pinto, Jorge Silva e Martín Montivero.
AE FÍSICA D 3-1 ACR GULPILHARES
2-0 ao intervalo
Pavilhão José Maria Antunes Júnior em Torres Vedras, 600 espectadores
Árbitros: Ricardo Leão (Lisboa) e Rui Lameiras (Setúbal)
1-0 por Peca Peca (5m) P
2-0 por Alan Fernandes (22m)
3-0 por Samuel Lima (27m)
3-1 por Poca (39m) LD
AE Física D: Pilé (GR), Samuel Lima (1), Carlos Godinho (c), Germán Dates e Carlos Garrancho. Jogaram ainda: Vítor Fortunato, Filipe Grileiro, Alan Fernandes (1) e Peca Peca (1). Treinador: Vítor Fortunato.
ACR Gulpilhares: Ricardo Pereira (GR), Marco Dias (c), Poca (1), Gustavo Vidal e Carrais. Jogaram ainda: Dani, Rúben Pereira e Nélson Gomes. Treinador: Francisco Silva.
Cartões azuis: -
Melhor em campo: Samuel Lima, como é seu hábito, esteve muito bem nas acções defensivas, tendo ainda aproveitado a oportunidade de marcar um golo que serviu para tranquilizar as hostes torrienses.
A Física continua à perna dos grandes do hóquei nacional. Mais uma vez, uma vitória que poderia sofrer contornos de goleada tornou-se nos minutos finais um osso duro de roer. A turma da casa foi claramente superior, mas não traduziu em golos toda a sua supremacia. O Gulpilhares demonstrou-se sem o vigor de outrora, assustando ainda assim na parte final em lances de bola parada.
Crónica de Luís Cristóvão
A Física bateu o Gulpilhares por 3-1 num jogo que parecia garantido no início da segunda parte, mas acabou bem mais difícil do que o previsto.
As duas equipas entraram apostadas em disputar o jogo pelo jogo, ainda que a equipa de Torres Vedras parecesse sempre mais objectiva na hora de procurar o golo, optando pelo jogo organizado, enquanto o Gulpilhares tentava surpreender através do contra-ataque. O jogo disputava-se aberto, e logo aos cinco minutos, depois de uma falta assinalada sobre Carlos Godinho, Ricardo Pereira marcava o primeiro golo da partida numa grande penalidade.
O jogo seguia bem equilibrado, praticamente sem faltas, mas os avançados do Gulpilhares não atingiam o golo, também devido a boas intervenções de Carlos Coelho. Passava dos vinte e um minutos quando, depois de uma jogada de envolvimento da Física, Vítor Fortunato serviu Alan para fazer o segundo golo, fechando assim o resultado ao intervalo.
Neste ponto, a tarefa da equipa de Torres Vedras parecia facilitada. Tanto mais que, com menos de dois minutos jogados na segunda parte, Germán Dates assistiu Samuel Lima para que este marcasse o terceiro golo.
A partir daqui, Ricardo Leão e Rui Lameiras decidiram ser protagonistas da partida. Assinalando faltas consecutivas à Física, levaram a que o Gulpilhares atingisse o golo perto dos catorze minutos, com “Poca” a converter o livro directo sequência da décima falta da equipa da casa. Cinco minutos depois, assinalada a décima quinta falta, “Poca” teve a oportunidade de reduzir a vantagem da Física, mas Carlos Coelho respondeu com uma grande defesa.
Foi como se a Física tivesse respirado fundo. Voltando a ter o comando do jogo, geriu muito bem o tempo até final da partida, ainda que desperdiçando também um livre directo, por intermédio de Carlos Godinho. No final, vitória mais do que merecida, frente a uma equipa que tentou jogar bonito, mas que não tem o nível técnico dos torreenses. Quanto aos árbitros, foram mesmo o pior conjunto na pista.
OC BARCELOS 3-1 HC BRAGA1-0 ao intervalo
Pavilhão Municipal de Barcelos
Árbitros: José Monteiro e Pedro Vieira (ambos do Minho)
1-0 por Nuno Félix (18m)
1-1 por Rato (45m)
2-1 por Xixa (50m)
3-1 por Nuno Félix (50m)
OC Barcelos: Paulo Matos (GR), Tó Leal, André Centeno, Xixa (1) e Hugo Costa. Jogaram ainda: Ginho (GR), Nuno Almeida, Nuno Félix (2) e Zé Pedro. Treinador: José Fernandes.
HC Braga: Guilherme Silva (GR), Luís Filipe, Hélder Nunes, Henrique Magalhães e Rafa. Jogaram ainda: Fellini, Rato (1) e Viti. Treinador: Vítor Silva.
Cartões azuis: Hugo Costa, Rafa, Fellini, Hélder Nunes e Vítor Silva.
Crónica de Miguel Bastos (hoqueiminhoto.blogspot.com)
O pavilhão municipal de Barcelos recebeu o seu primeiro derby minhoto no nacional de hóquei em patins.Foi em bom numero o publico que compareceu nas bancadas com destaque para a animação protagonizadas pelas claques dos dois clubes.
Muita gente conhecida em ringue quer do lado do OC Barcelos , quer do lado do HC Braga que ja vestiram a camisola dos dois emblemas minhotos.
Quanto ao jogo assistiu a uma primeira parte cautelosa por parte das duas equipas com poucas situações de golo. O único golo da etapa inicial foi apontado por Nuno Félix aos 18'. O avançado barcelense entrou na partida e na primeira vez que tocou na bola fez golo na marcação de um livre frontal à baliza de Guilherme Silva. A primeira parte terminou sem sofrer mais alteração no placard.
Na segunda parte o HC Braga entrou mais rápido na pista, situação que obrigou Paulo Matos a mais trabalho. Neste capitulo o OC Barcelos deve agradecer ao poste da baliza o remate de Luís Filipe. Uma perdida escandalosa do defesa do HC Braga já que com a baliza aberta acertou no ferro. A seguir foi a vez de Hugo Costa e Hélder Nunes serem obrigados a descansar um pouco depois de verem ambos o cartão azul. O jogo crescia de emoção com o perigo a rondar as duas balizas. Aos 9' António Leal rematou ao poste da baliza de Guilherme Silva. Depois de uma pausa nas faltas de equipa, esta começaram a aparecer, até que aos 19' Hugo Costa cometeu a 10ª falta do OC Barcelos, situação que não foi aproveitada por Henrique Magalhães que de livre directo atirou ao poste da baliza de Ginho.
Os últimos minutos foram incertos quando ao vencedor do jogo. Aos 21' Jorge Faria Rato empatou o jogo dando assim uma maior emotividade ao encontro. Mas o vencedor do jogo só seria encontrado nos últimos segundos.A trinta e um segundos do fim o HC Braga cometeu a sua 10ª falta ao qual Jorge Maceda não se fez rogado colocando o OC Barcelos a vencer por 2-1. Esta infracção motivos muitos protestos do banco do HC Braga situação que originou dois cartões azuis, um para Fellini e outro para o treinador Vítor Silva. Com pouco mais de meio minuto para se jogar e com apenas dois jogadores de ringue o HC Braga tentou de meia distancia empatar.No entanto já com o cronometro a zero, o OC Barcelos ainda fez o 3-1 final por Nuno Félix na marcação de um livre directo a castigar cartão azul a Rafael Costa.
Com este triunfo o OC Barcelos soma agora dez pontos ocupando a sétima posição. Por sua vez o HC Braga manteve o décimo segundo lugar com sete pontos.
RIBA D'AVE HC 1-7 CD PAÇO DE ARCOS0-4 ao intervalo
Pavilhão das Tílias em Riba de Ave
Árbitros: Manuel Fernandes (Porto) e Manuel Oliveira (Aveiro)
0-1 por Nélson Ribeiro (10m)
0-2 por Nélson Ribeiro (16m)
0-3 por Miguel Dantas (18m)
0-4 por Nélson Ribeiro (23m)
1-4 por André Alves
1-5 por Nélson Ribeiro
1-6 por Rui Ribeiro (42m)
1-7 por Nélson Ribeiro (44m)
Riba D'Ave HC: Telmo Fernandes (GR), André Alves (1), Pedro Salgado, Joel Ferreira (c) e Miguel Soares. Jogaram ainda: Pedro Sousa, Pedro Nogueira e António Cruz. Treinador: Horácio Ferreira.
CD Paço de Arcos: Carlos Silva (GR), Nélson Ribeiro (5), Miguel Dantas (c, 1), André Pereira e Rui Ribeiro (1). Jogaram ainda: André Moreira, André Ferreira e Gonçalo Reis. Treinador: Paulo Garrido.
Cartão azul: André Alves.
AJ VIANA 1-2 UD OLIVEIRENSE
0-1 ao intervalo
Pavilhão de Monserrate em Viana do Castelo
Árbitros: Rego Lamela (Minho) e Paulo Almeida (Aveiro)
0-1 por André Azevedo (23m)
1-1 por Rodrigo Sousa (42m) LD
1-2 por Vítor Hugo (47m)
AJ Viana: Leonardo Pais (GR), Rodrigo Sousa (c, 1), Joel Coelho, César Pinheiro e Álvaro Pinto. Jogaram ainda: Nuno Alves, Hélder Martins, Tiago Natário e Diogo Fernandes. Treinador: Pedro Sampaio.
UD Oliveirense: Domingos Pinho (GR), Diogo Silva (c), Nuno Resende, Vítor Hugo (1) e Tó Silva. Jogaram ainda: Francisco Silva, André Azevedo (1) e Piolho. Treinador: Nuno Resende.
Cartões azuis: Rodrigo Sousa e Francisco Silva.
Quinta-feira, Dezembro 01, 2011
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