Com a preciosa colaboração do Jornal Record e de hoqueipatins.com
Classificação
1º FC Porto, 36 ptos (93-34)
2º SL Benfica, 34 ptos (92-38)
3º Candelária SC, 27 ptos (55-32)
4º AE Física D, 22 ptos (44-37)
5º OC Barcelos, 22 ptos (40-35)
6º AD Valongo, 16 ptos (53-52)
7º AA Espinho, 16 ptos (47-55)
8º HC Braga, 16 ptos (41-43)
9º UD Oliveirense, 16 ptos (43-49)
10º CD Paço de Arcos, 15 ptos (44-50)
11º HC ''Os Tigres'', 13 ptos (50-52)
12º ACR Gulpilhares, 10 ptos (46-67)
13º AJ Viana, 10 ptos (33-48) mais 1 jogo
14º Riba D'Ave HC, 6 ptos (31-77)
15º CI Sagres, 4 ptos (36-79) mais 1 jogo
Melhores marcadores:
1º Zorro Viana (SL Benfica) 25 golos
2os Hugo Azevedo (AD Valongo) 23 golos
Rei (FC Porto) 23 golos
4º Jorge Silva (Candelária SC) 22 golos
5º Martín Montivero (Candelária SC) 21 golos
Sábado
UD OLIVEIRENSE 2-5 FC PORTO
0-3 ao intervalo
Pavilhão Dr. Salvador Machado em Oliveira de Azeméis
Árbitros: Jaime Vieira (Alentejo) e Joaquim Carpelho (Setúbal)
0-1 por Caio (3m)
0-2 por Pedro Moreira (8m)
0-3 por Tiago Santos (24m)
0-4 por Rei (31m)
1-4 por Diogo Silva (42m)
2-4 por Piolho (44m)
2-5 por Caio (50m)
UD Oliveirense: Domingos Pinho (GR), Nuno Resende, Diogo Silva (c, 1), Tó Silva e Vítor Hugo. Jogaram ainda: André Azevedo, Francisco Silva e Piolho (1). Treinador: Nuno Resende.
FC Porto: Edo Bosch (GR), Pedro Moreira (1), Rei (1), Caio (2) e Pedrito Gil. Jogaram ainda: Filipe Santos (c), Gonçalo Suíssas e Tiago Santos (1). Treinador: Tó Neves.
Cartões azuis: Francisco Silva e Rei.
Melhor em campo: Pedro Moreira, foi importante tanto a defender como a atacar, recuperando imensas bolas e participando com muito afinco no ataque azul e branco. Marcou o segundo golo do jogo e foi muito importante para o equilíbrio dos portistas nas transições do ataque para a defesa e vice-versa.
Partida dominada por inteiro pelo Futebol Clube do Porto, que construiu bem cedo a sua vitória, com os golos de Caio e Pedro Moreira nos primeiros oito minutos. A turma azul e branca foi sempre mais rápida que a Oliveirense, construiu muitos contra ataques e impôs uma grande pressão ao portador da bola da equipa da casa. A Oliveirense por seu turno criou pouco perigo para a baliza de Edo Bosch, conseguindo ter alguma posse de bola e criando algum sobressalto no momento em que o Porto alinhava com três jogadores que iniciaram a partida no banco. Antes do intervalo Tiago Santos aumentou para 0-3 no seguimento de um contra ataque.
Na segunda parte o Porto recomeçou muito forte e aos seis minutos Reinaldo Ventura fez o quarto. Os portistas foram alvo do resultado gordo e baixaram os índices de concentração nas horas de finalização. A Oliveirense aproveitou para reduzir para 2-4, tornando muito mais perigosa a partir daqui, chamando ao encontro a classe de Edo Bosch. Já nos últimos segundos Caio aumentou para 2-5 e fechou o resultado final.
Vitória e números inteiramente justos. Arbitragem tranquila de Jaime Vieira e Joaquim Carpelho.
Declarações à RTP2:
Nuno Resende: ''Julgo que o jogo se decidiu no início. Sabíamos que o Porto costuma entrar muito forte, mas não conseguimos pará-los, tivemos erros individuais, não conseguimos parar as vantagens numéricas e também julgo que o fizeram com alguma felicidade. Na segunda parte tivemos outra atitude, mais garra, mas não conseguimos dar a volta''.
Tó Neves: ''Fomos uma equipa bastante competente que conseguiu dominar todos os momentos de jogo. A Oliveirense a partir do 1-4 conseguiu criar-nos algumas dificuldades, conseguiu marcar, fizemos o dobro das faltas da Oliveirense. O jogo foi bastante conseguido pelos meus jogadores, foram muito solidários, quiseram muito ganhar. Dominámos do princípio até ao final. Na segunda parte não concretizámos tanto como na primeira e se calhar essa foi a grande diferença entre as duas metades''.
Filipe Santos: ''Esta reaproximação de resultado por parte da Oliveirense é fruto das novas regras, e termos três ou quatro golos de vantagem não significa que possamos ganhar o jogo. Entrámos muito bem no jogo, fizemos uma vantagem confortável. Sofremos sempre um bocadinho no final mas é normal''.
CI SAGRES 3-5 OC BARCELOS
1-0 ao intervalo
Pavilhão do CI Sagres no Porto
Árbitros: Jorge Ventura e Miguel Guilherme (ambos de Lisboa)
1-0 por Tiago Pimenta (7m)
1-1 por Hugo Costa (28m)
1-2 por André Centeno (34m)
1-3 por Nuno Almeida (39m)
1-4 por Nuno Almeida (40m)
2-4 por Ricardo Frias
2-5 por André Centeno
3-5 por Ricardo Frias
CI Sagres: Paulinho Santos (GR), Nélson Almeida, Ricardo Carvalho, Jorge Vieira e Tiago Pimenta (1). Jogaram ainda: Gabriel Dâmaso, João Gilvaz (c), Alexandre Silva e Ricardo Frias (2). Treinador: António Gomes.
OC Barcelos: Paulo Matos (GR), Tó Leal (c), André Centeno (2), Zé Pedro e Xixa. Jogaram ainda: Ginho (GR), Hugo Costa (1), Nuno Félix e Nuno Almeida (2). Treinador: José Fernandes.
Cartões azuis: -
AE FÍSICA D 6-5 HC BRAGA
1-1 ao intervalo
Pavilhão Dr. José Maria Antunes Júnior em Torres Vedras, cerca de 400 espectadores
Árbitros: Joaquim Pinto e José Pinto (ambos do Porto)
0-1 por Rafa (18m)
1-1 por Alan Fernandes (21m)
1-2 por Rafa (26m)
2-2 por Carlos Garrancho (29m)
2-3 por Fellini (29m)
3-3 por Peca Peca (32m) P
4-3 por Carlos Garrancho (36m) PP+1
5-3 por Alan Fernandes (40m) LD
6-3 por Alan Fernandes (44m)
6-4 por André Torres (47m) LD
6-5 por André Torres (48m) PP+2
AE Física D: Pilé (GR), Samuel Lima, Carlos Godinho (c), Carlos Garrancho (2) e Peca Peca (1). Jogaram ainda: Vítor Fortunato, Filipe Grileiro, Germán Dates e Alan Fernandes (3). Treinador: Vítor Fortunato.
HC Braga: Guilherme Silva (GR), Hélder Nunes, Luís Filipe, Rafa (2) e Fellini (1). Jogaram ainda: Henrique Magalhães, Rato e André Torres (2). Treinador: Vítor Silva.
Cartões azuis: Fellini e Carlos Godinho.
Cartão vermelho: Alan Fernandes.
Melhor em campo: Rafa, criou muito perigo na baliza de Carlos Coelho e só pecou na finalização, ainda fez o Braga acreditar numa possível vitória ao pôr a sua equipa em vantagem (0-1 e 1-2).
Grande partida em Torres Vedras, pautado por muito equilíbrio do início ao fim e sob um ritmo muito intenso. A Física vinha de um ciclo complicado de campeonato e entrou com tranquilidade e muita iniciativa atacante, permitindo contudo muitos contra ataques perigosos que o Braga só conseguiu aproveitar ao minuto 18, por Rafa. Alan Fernandes ainda reduziu no primeiro tempo e, apesar do imenso equilíbrio, foi o Braga quem dispôs das melhores oportunidades de golo.
No segundo tempo houve mais do mesmo; equilíbrio, jogadas de grande nível e muitos contra ataques nos dois lados, até que aos dez minutos (com 3-3 no marcador) Fellini vê a cartolina azul por protestos e mancha tudo o que restava do encontro. A formação bracarense ressente-se física e psicologicamente da expulsão temporária e sofre três golos em oito minutos, obrigando Vítor Silva a procurar outras soluções. Assim, foi André Torres (entrou para os últimos dez minutos) o elemento mais importante do encontro nos últimos cinco minutos, na medida em que aproveitou as expulsões de Carlos Godinho (azul) e Alan Fernandes (vermelho directo por agressão duvidosa a Rato) para bisar no encontro. Os últimos três minutos da partida foram de grande sufoco para o conjunto da casa que se encontrava apenas com três elementos em pista, contudo, o Braga não soube aproveitar nem as bolas paradas (livres directos falhados por André Torres e Hélder Nunes) nem os muitos remates que efectuou, podendo-se queixar apenas de si própria pelo resultado alcançado no final dos cinquenta minutos.
Má arbitragem da dupla portista formada pelos irmãos Joaquim e José Pinto, devido à muita dualidade de critérios nas faltas assinaladas e no cartão azul mostrado a Fellini (devido a protestos), não estando em causa a mostragem da cartolina mas sim a falta da mesma em outras situações idênticas e para as duas equipas.
SL BENFICA 7-4 CANDELÁRIA SC
1-2 ao intervalo
Pavilhão Império Bonança em Lisboa, cerca de 300 espectadores
Árbitros: Rego Lamela e António Teixeira (ambos do Minho)
0-1 por Tiago Rafael (4m)
1-1 por Sérgio Silva (13m)
1-2 por Tiago Resende (21m)
2-2 por Sérgio Silva (32m) P
2-3 por Nuno Araújo (32m)
3-3 por Carlitos López (35m) LD
4-3 por Carlitos López (40m)
5-3 por Carlitos López (46m) LD
6-3 por Chiquinho (47m)
7-3 por Chiquinho (49m)
7-4 por Jorge Silva (49m)
SL Benfica: Ricardo Silva (GR), Valter Neves (c), Sérgio Silva (2), Cacau (1) e Carlitos López (2). Jogaram ainda: Tuco Ábalos, João Rodrigues, Zorro Viana e Chiquinho (2). Treinador: Luís Sénica.
Candelária SC: João Miguel (GR), Tiago Resende (c, 1), Tiago Rafael (1), Martín Montivero e Jorge Silva (1). Jogaram ainda: Nuno Araújo (1), Pedro Afonso e Mauro Fernández. Treinador: Carlos Dantas.
Cartão azul: Mauro Fernández.
Melhor em campo: Tiago Resende, durou os 50 minutos sob um ritmo alucinante e nem por isso diminuiu as suas iniciativas atacantes no segundo tempo. Controlou todo o ataque organizado picaroto e marcou um tento de grande classe, em contra ataque.
Excelente partida de Hóquei em Lisboa, sempre pautado pelo grande equilíbrio, entre duas equipas que ainda não tinham perdido para o campeonato esta temporada. A Candelária começou melhor com um golo logo aos quatro minutos de jogo, com um desvio de Tiago Rafael no interior da área. O Benfica conseguiu reagir de pronto com algumas jogadas perigosas no interior da área açoreana e principalmente com remates de meia distância de Sérgio Silva, situação esta que originou o 1-1 aos 13 minutos. A partir daqui o perigo vindo de ataques organizados diminuiu nos dois lados do ringue, sendo o contra ataque a arma mais perigosa, principalmente pela Candelária que acabaria por repor a vantagem numa iniciativa individual de Tiago Resende, em contra ataque.
No segundo tempo a Candelária passou a apostar na contenção de bola ou no contra ataque rápido, mas Luís Sénica não foi nos intentos da formação de Carlos Dantas, obrigando a sua equipa a manter o ritmo de jogo altíssimo, muita pressão sobre o jogador da bola (por vezes até dois sobre a bola na tabela de fundo) e com isso desgastando o conjunto forasteiro, o que acabaria por ser fulcral para o desfecho final. O Benfica empata por Sérgio Silva de grande penalidade, sofre novo golo em contra ataque numa excelente jogada colectiva do Candelária e Carlos López empata de novo num lance de bola parada (livre directo).
A partir daqui e depois dos primeiros quinze minutos muito faltosos e sem grandes motivos de interesse, começou a vir ao de cima a questão física e aqui foi o Benfica o mais forte. A Candelária começou a permitir mais espaço na sua área, foi menos rápida a cortar as jogadas encarnadas e o perigo surgiu com muito mais frequência na baliza de João Miguel, sendo também importante referir a felicidade com que o Benfica faz o 4-3, numa fase crucial do encontro. Carlos López dilatava a quatro minutos do fim para 5-3 e no minuto seguinte Diogo Rafael fazia o 6-3, marcando também o 7-3 no último minuto. Jorge Silva fechou o marcador em 7-4, um resultado justíssimo para o Benfica que diante muita qualidade açoreana, conseguiu ser mais forte, assumir o jogo e criar situações para vencer o encontro.
Arbitragem razoável da dupla minhota constituída por Rego Lamela e António Teixeira, que apenas pecou com gravidade ao ceder a décima falta a favor do Benfica num lance em que Jorge Silva é derrubado na área pelo stick de Sérgio Silva.
ACR GULPILHARES 5-5 HC ''OS TIGRES''
1-2 ao intervalo
Pavilhão Municipal de Gulpilhares
Árbitros: Paulo Raínha (Minho) e Manuel Oliveira (Aveiro)
1-0 por Poca (13m)
1-1 por Gonçalo Favinha (19m)
1-2 por Diogo Lã (24m)
2-2 por Rúben Pereira (31m)
2-3 por Luís Querido (32m)
3-3 por Marco Dias (35m)
4-3 por Poca (38m) LD
4-4 por Gonçalo Favinha (40m)
5-4 por Dani (42m)
5-5 por João Beja (48m)
ACR Gulpilhares: Ricardo Pereira (GR), Marco Dias (c, 1), Poca (2), Dani (1) e Carrais. Jogaram ainda: Gustavo Vidal, Rúben Pereira (1) e Nélson Gomes. Treinador: Francisco Silva.
HC ''Os Tigres'': André Azevedo (GR), Luís Querido (1), Carlitos (c), Carlos Trindade e Diogo Lã (1). Jogaram ainda: Pedro Vaz, João Beja (1) e Gonçalo Favinha (2). Treinador: Nélson Lourenço.
Cartões azuis: -
AJ VIANA 6-2 RIBA D'AVE HC
5-1 ao intervalo
Pavilhão de Monserrate em Viana do Castelo
Árbitros: José Monteiro e Pedro Vieira (ambos do Minho)
1-0 por Didi
2-0 por Didi
3-0 por Rodrigo Sousa
4-0 por Diogo Fernandes
4-1 por Pedro Nogueira
5-1 por Didi
6-1 por Kika
6-2 por Pedro Nogueira
AJ Viana: Leonardo Pais (GR), Joel Coelho, Rodrigo Sousa (c, 1), Didi (3) e Diogo Fernandes (1). Jogaram ainda: Kika (1), César Pinheiro, Tiago Natário e Álvaro Pinto. Treinador: Pedro Sampaio.
Riba D'Ave HC: Telmo Fernandes (GR), Pedro Salgado, Joel Ferreira (c), André Alves e António Cruz. Jogaram ainda: João Costa (GR), Vítor Hugo Pimenta, Pedro Sousa, Pedro Nogueira (2) e Miguel Soares. Treinador: Horácio Ferreira.
Cartões azuis: Kika e Telmo Fernandes.
Domingo
CD PAÇO DE ARCOS 4-4 AD VALONGO
1-1 ao intervalo
Pavilhão Gimnodesportivo do CD Paço de Arcos
Árbitros: Vítor Roxo (Leiria) e Luís Inácio (Ribatejo)
0-1 por Miguel Viterbo
1-1 por André Pereira
2-1 por André Moreira
3-1 por Rui Ribeiro
3-2 por Pedro Mendes
4-2 por Rui Ribeiro
4-3 por João Souto
4-4 por Hugo Azevedo
CD Paço de Arcos: Carlos Silva (GR), André Pereira (1), Nélson Ribeiro, Miguel Dantas (c) e André Moreira (1). Jogaram ainda: Rui Pereira, Johe e Rui Ribeiro (2). Treinador: Paulo Garrido.
AD Valongo: David Arellano (GR), Miguel Viterbo (c, 1), João Marques, Hugo Azevedo (1) e Peixe. Jogaram ainda: João Souto (1), Pedro Mendes (1) e Raúl Meca. Treinador: Paulo Pereira.
Cartões azuis: João Souto (2x) e Raúl Meca.
Folga: AA ESPINHO
Sexta-feira, Janeiro 27, 2012
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