Quinta-feira, Fevereiro 23, 2012

1ª Divisão, 17ª Jornada

NOTA: AS FICHAS DE JOGO PODERÃO ESTAR INCOMPLETAS, SENDO QUE AMANHÃ SERÃO CONFIRMADAS


Classificação
1º FC Porto, 45 ptos (109-46)
2º SL Benfica, 43 ptos (117-52)

3º Candelária SC, 36 ptos (67-37)
4º UD Oliveirense, 28 ptos (66-58)

5º AE Física D, 26 ptos (56-49)

6º AD Valongo, 26 ptos (74-63)
7º OC Barcelos, 25 ptos (51-51)
8º AA Espinho, 20 ptos (63-76)
9º HC Braga, 19 ptos (51-61)
10º CD Paço de Arcos, 18 ptos (59-64)
11º AJ Viana, 14 ptos (47-61)
12º HC ''Os Tigres'', 13 ptos (56-63)
13º ACR Gulpilhares, 13 ptos (54-75)

14º Riba D'Ave HC, 9 ptos (45-106)
15º CI Sagres, 7 ptos (46-99)

Melhores marcadores
1º Hugo Azevedo (AD Valongo) 30 golos
2º Rei (FC Porto) 28 golos
3º André Pinto (AA Espinho) 25 golos
4º Jorge Silva (Candelária SC) 24 golos
Zorro Viana (SL Benfica) 24 golos


Sábado

HC ''OS TIGRES'' 1-2 FC PORTO
1-1 ao intervalo
Faltas: 9-13
Pavilhão Municipal Arquitecto A. B. Calado em Almeirim
Árbitros: António Treixeira e Rego Lamela (ambos do Minho)

0-1 por Tiago Santos (21m)
1-1 por Diogo Lã (23m)
1-2 por Tiago Santos (44m)

HC ''Os Tigres'': André Azevedo (GR), Carlos Trindade, Carlitos (c), Diogo Lã (1) e Luís Querido. Jogaram ainda: Janeca, Pedro Vaz e João Beja. Treinador: Nélson Lourenço.

FC Porto: Edo Bosch (GR), Pedro Moreira, Rei, Caio e Tiago Santos (2). Jogaram ainda: Nélson Pereira, Filipe Santos (c) e Gonçalo Suíssas. Treinador: Tó Neves.

Cartões azuis: Carlitos e Caio.

Melhor em campo: Diogo Lã, jogador com uma técnica muito acima da média, foi o elemento mais perigoso da formação de Almeirim. Ganhou muitas bolas, construiu muitos contra-ataques e jogadas dentro da área do adversário e ainda foi o elemento que mais faltas sofreu. Uma partida notável do melhor marcador da equipa.

Partida muito rica do nível táctico e emocional, mas jogada quase na sua totalidade a um ritmo muito lento, apresentado desde o primeiro minuto pela formação tigrense. Cedo se previu que o encontro iria ser decidido em pequenos pormenores, como as bolas paradas. E assim foi. Os Tigres apresentaram-se com um sistema rígido de 2+2, sem sofrer qualquer contra-ataque de 2 para 1 ao longo de todo o jogo. O Porto revelou muita falta de inspiração. A formação de Tó Neves apresentou-se muito partida no ataque e com pouca atitude defensiva, sendo Edo Bosch o salvador do encontro que poderia ter tido outro final se Janeca ou Diogo Lã tivessem marcado os livres directos de que beneficiaram quando o jogo se encontrava empatado a uma bola. André Azevedo também realizou uma exibição a todos os títulos excepcional, e talvez devido à exibição dos dois guarda redes podemos ver um resultado final tão magro. Quanto aos golos, Tiago Santos inaugurou o marcador perto do intervalo na recarga a um penalti marcado pelo mesmo, empatando Diogo Lã poucos minutos depois num lance individual de grande nível. Já nos últimos minutos do encontro Tiago Santos voltou a marcar, dando os preciosos três pontos aos portistas. Boa arbitragem de Rego Lamela e António Teixeira, ainda que o penalti que originou o 0-1 não tivesse existido.

Declarações à RTP:
Nélson Lourenço: ''Os jogadores estiveram bem, fizeram um grande jogo do ponto de vista táctico. Fizemos aquilo que esteve ao nosso alcance''.

Tó Neves: ''O Tigres causou-nos muitas dificuldades e só com muito querer conseguimos vencer''.

HC BRAGA 3-7 CANDELÁRIA SC

1-4 ao intervalo
Faltas: 15-10
Pavilhão das Goladas em Braga

Árbitros: Luís Peixoto e Paulo Romão (ambos de Lisboa)

0-1 por Martín Montivero
1-1 por Hélder Nunes
1-2 por Tiago Resende
1-3 por Tiago Rafael
1-4 por Tiago Resende (P)
1-5 por Jorge Silva (LD)
1-6 por Jorge Silva
2-6 por Viti
3-6 por Viti
3-7 por Jorge Silva

HC Braga: Guilherme Silva (GR), Luís Filipe, Hélder Nunes (1), Fellini (c) e Rafa. Jogaram ainda: Viti (2), Henrique Magalhães e Rato. Treinador: Vítor Silva.

Candelária SC: João Miguel (GR), Tiago Resende (c, 2), Tiago Rafael (1), Jorge Silva (3) e Martín Montivero (1). Jogaram ainda: Mauro Fernández e Pedro Afonso. Treinador: Carlos Dantas.

Cartão azul: Fellini, Martín Montivero e Pedro Afonso.
Melhor em campo: Jorge Silva, muito eficaz, um verdadeiro quebra-cabeças para os adversários. Aplicou sempre muita velocidade ao ataque picaroto.



O Candelária voltou a demonstrar todo o valor que lhe é reconhecido. A formação de Carlos Dantas revela-se pragmática e eficaz à frente da baliza, contando com uma qualidade invejável quer nos contra-ataques quer no jogo organizado. O Braga apresentou-se uns furos abaixo do habitual. Vitória justa.


RIBA D'AVE HC 4-10 SL BENFICA
1-2 ao intervalo
Pavilhão das Tílias em Riba de Ave
Árbitros: Ricardo Leão (Lisboa) e Luís Inácio (Ribatejo)



0-1 por Zorro Viana
0-2 por Sérgio Silva
1-2 por Tó Cruz
1-3 por João Rodrigues
1-4 por Carlitos López
2-4 por Tó Cruz (LD)
3-4 por Tó Cruz
3-5 por Tuco Ábalos
3-6 por Chiquinho
3-7 por Zorro Viana
3-8 por Chiquinho
4-8 por Tó Cruz
4-9 por Valter Neves
4-10 por Tuco Ábalos



Riva D'Ave HC: Telmo Fernandes (GR), Joel Ferreira (c), Pedro Salgado, André Alves e Tó Cruz (4). Jogaram ainda: Pedro Nogueira, Miguel Soares, Pedro Sousa e Vítor Hugo Pimenta. Treinador: Horácio Ferreira.

SL Benfica: Ricardo Silva (GR), Valter Neves (c, 1), Sérgio Silva (1), Zorro Viana (2) e João Rodrigues (1). Jogaram ainda: Pedro Henriques (GR), Tuco Ábalos (2), Chiquinho (2), Cacau e Carlitos López (1). Treinador: Luís Sénica.



Cartão azul: Miguel Soares
Melhor em campo: Tó Cruz, remou contra a maré e deu-se bem, marcando quatro tentos. Foram os seus golos que deram alento à formação nortenha ao longo de todo o encontro. Demonstrou qualidades muito interessantes para um jogador de área.



Partida vencida de forma clara pelos encarnados, que ainda assim tiveram uma réplica distinta por parte do Riba d'Ave em relação à primeira volta. A equipa da casa demonstrou uma atitude de salutar, lutando até ao fim e sempre com uma grande postura atacante. Contudo, foi na defesa e no seu guarda-redes que estiveram as principais falhas e razões para uma derrota que poderia não ter sido tão pesada assim. O Benfica limitou-se passear, de forma colectiva, a sua classe.

CI SAGRES 0-9 CD PAÇO DE ARCOS

0-2 ao intervalo
Pavilhão do CI Sagres no Porto
Árbitros: Paulo Almeida e António Santos (ambos do Minho)

CI Sagres: Pedro Cubelo (GR), Jorge Vieira, Nélson Almeida, Ricardo Carvalho e Tiago Pimenta. Jogaram ainda: João Gilvaz (c), Ricardo Frias e Gabriel Dâmaso. Treinador: António Gomes.

CD Paço de Arcos: Carlos Silva (GR), 
Nélson Ribeiro (2), Rui Pereira (3), Miguel Dantas (c, 1) e André Moreira. Jogaram ainda: Rui Ribeiro (2), André Ferreira (1), Gonçalo Pestana e André Pereira. Treinador: Paulo Garrido.


Cartões azuis: Jorge Vieira (2x) e Nélson Almeida.
Cartão vermelho: Jorge Vieira (acumulação).


AA ESPINHO 6-6 AJ VIANA

3-0 ao intervalo
Pavilhão Arquitecto Jerónimo Ferreira Reis em Espinho
Árbitros: Miguel Guilherme e Jorge Ventura (ambos de Lisboa)


1-0 por André Pinto (6m)
2-0 por André Pinto (10m)
3-0 por André Pinto (16m)
4-0 por André Pinto (30m) P
4-1 por Diogo Fernandes (31m)
4-2 por Didi (35m) P
5-2 por Fred (40m)
5-3 por Álvaro Pinto (40m)
5-4 por Didi (42m) P
5-5 por Rodrigo Sousa (44m)
5-6 por Álvaro Pinto (50m)
6-6 por Fred (50m)


AA Espinho: João Ferro (GR), Miguel Sousa, Filipe Sousa (c), Fred (2) e André Pinto (4). Jogou ainda: Tó Costa. Treinador: Carlos Realista.

AJ Viana: Leonardo Pais (GR), Rodrigo Sousa (c, 1), Didi (2), Álvaro Pinto (2) e Diogo Fernandes (1). Jogaram ainda: Kika, César Pinheiro e Tiago Natário. Treinador: Pedro Sampaio.

Cartões azuis: -
Melhor em campo: André Pinto, quem não arrisca não petisca. André Pinto arrisca, remata de todos os sítios e teve os seus frutos, marcando quatro tentos. Tem um excelente remate, criando sempre muito perigo para as formações contrárias.

Grande jogo em Espinho, com duas partes completamente distintas uma da outra. Sendo duas equipas em que o ataque se superioriza à defesa, algo parecido com este 6-6 já seria por ventura de esperar. As ausências dos castigados (Ângelo Girão, João Pinto, Rato e Joel Coelho) prejudicaram mais a formação da casa que a Juventude de Viana. No primeiro os minhotos não entraram bem, muito apáticos, principalmente na defesa. O Espinho sem fazer uma exibição de encher o olho conseguiu chegar ao intervalo a vencer por 3-0, aumentando o resultado na etapa complementar para 4-0. A Juventude de Viana iria acordar e assim que o fez começou a ganhar muito mais bolas aos espinhenses e as oportunidades seguiram-se de forma natural. A recuperação vianense de 4-0 para 5-6 só surpreende os que não acompanharam o encontro, dado a naturalidade com que foi cumprida. Quando já todos pensavam que a vitória iria sorrir aos visitantes, o Espinho empata o encontro de forma algo consentida pela Juventude, que não teve em Leonardo Pais um elemento seguro para a sua defesa, tendo tido um primeiro tempo para esquecer.

Empate justo e que premeia duas formações muito atacantes e com poucas preocupações defensivas, facto pelo qual se explica as posições que ocupam na tabela classificativa, visto que são dois conjuntos que poderiam estar mais acima pontualmente falando.


AD VALONGO 3-3 AE FÍSICA D
1-2 ao intervalo
Pavilhão Municipal de Valongo
Árbitros: Jorge Carmona (Lisboa) e Rui Torres (Minho)


1-0 por João Marques (5m) P
1-1 por Peca Peca (PP+2)
1-2 por Peca Peca
1-3 por Peca Peca
2-3 por João Souto
3-3 por Peixe (50m)

AD Valongo: David Arellano (GR), João Marques (1), Miguel Viterbo (c), Peixe (1) e Hugo Azevedo. Jogaram ainda: Raúl Meca, João Souto (1) e Pedro Mendes. Treinador: Paulo Pereira.

AE Física D: Pilé (GR), Samuel Lima, Carlos Godinho (c), Germán Dates e Carlos Garrancho. Jogaram ainda: Gordini (GR) e Peca Peca (3). Treinador: Vítor Fortunato.



Cartão azul: Hugo Azevedo, Miguel Viterbo, Paulo Pereira e Pilé.
Melhor em campo: Carlos Godinho, como é hábito foi um ponto de equilíbrio de todo o jogo torriense, visto que é o primeiro a defender e o primeiro a organizar o jogo no ataque. Visto que a equipa funcionou bem à excepção dos últimos cinco minutos, merece a distinção pelo trabalho, muitas vezes ''invisível'', que realizou.


Valongo e Física defrontaram-se com os mesmos pontos na tabela classificativa, naquele que já começa a ser um clássico do hóquei nacional tendo em conta a tensão constante entre os atletas e à forma como os jogos entre estas duas equipas são vividos, algo que já remonta ao célebre apuramento de campeão nacional da segunda divisão 2005/2006.

A formação do Valongo adiantou-se cedo no marcador, com a concretização de uma grande penalidade por João Marques. A Física aproveitou os cartões azuis mostrados a Miguel Viterbo e Paulo Pereira para empatar a contenda e a partir daqui, apesar do natural equilíbrio, ficar ligeiramente por cima do jogo. A partida disputava-se a grande velocidade, num círculo viciante de parada e resposta que proporcionou a Ricardo Pereira bisar no encontro e fechar o resultado no primeiro tempo.

No segundo tempo a formação forasteira continuou a ser ligeiramente mais forte que o Valongo e alcançou merecidamente o 1-3, novamente por Ricardo Pereira e novamente de contra-ataque. Os valonguenses desmoralizaram um pouco, quer pela superioridade do adversário quer por algumas decisões precipitadas da equipa de arbitragem. No entanto, quando já nem os adeptos pareciam acreditar, João Souto tira da cartola um lance individual a partir de trás da baliza de Carlos Coelho e reduz para 2-3, levando o pavilhão ao rubro e dando nova alma à formação nortenha. Dando o tudo por tudo, o conjunto de Paulo Pereira conseguiu obrigar a Física a perder mais bolas e no último minuto alcançou o empate por Peixe, que no interior da área não perdoou.

Empate injusto dado que a Física, apesar de um encontro equilibrado, foi a equipa mais forte, mais coesa, e que soube controlar muito bem o encontro até aos últimos cinco minutos. O Valongo acaba por conseguir o empate com muito esforço e muito crer, merecendo também os respectivos créditos pelo empate alcançado. Arbitragem algo precipitada por Rui Torres e Jorge Carmona, e com alguma dualidade de critérios.


OC BARCELOS 2-4 UD OLIVEIRENSE 
1-3 ao intervalo
Pavilhão Municipal de Barcelos
Árbitros: Joaquim Pinto e José Pinto (ambos do Porto)


1-0 por Nuno Almeida (13m)
1-1 por Francisco Silva (20m)
1-2 por Tó Silva (23m)
1-3 por André Azevedo (24m)
1-4 por Vítor Hugo (45m)
2-4 por Tó Leal



OC Barcelos: Paulo Matos (GR), Tó Leal (c, 1), Nuno Almeida (1), Nuno Félix e Xixa. Jogaram ainda: Hugo Costa, Carlos André e Zé Pedro. Treinador: José Fernandes.


UD Oliveirense: Domingos Pinho (GR), Nuno Resende, Diogo Silva (c), Tó Silva (1) e Vítor Hugo (1). Jogaram ainda: Francisco Silva (1), André Azevedo (1) e Piolho. Treinador: Nuno Resende.


Cartões azuis: -

Folga: ACR GULPILHARES (11º, 13p)

Sábado, Fevereiro 18, 2012

1ª Divisão, 16ª Jornada

Com a preciosa colaboração do Jornal Record, hoqueipatins.com e hoqueiminhoto.blogspot.com

Classificação

1º FC Porto, 42 ptos (107-45)
2º SL Benfica, 40 ptos (107-48)
3º Candelária SC, 33 ptos (60-34) menos 1 jogo
4º AE Física D, 25 ptos (53-46) menos 1 jogo
5º AD Valongo, 25 ptos (71-60)
6º OC Barcelos, 25 ptos (49-47)
7º UD Oliveirense, 25 ptos (62-56)
8º HC Braga, 19 ptos (48-54)
9º AA Espinho, 19 ptos (57-70)
10º CD Paço de Arcos, 15 ptos (50-64)
11º ACR Gulpilhares, 13 ptos (54-75)
12º AJ Viana, 13 ptos (41-55)
13º HC ''Os Tigres'', 13 ptos (55-61) menos 1 jogo
14º Riba D'Ave HC, 9 ptos (41-96)
15º CI Sagres, 7 ptos (46-90)


Melhores marcadores
1º Hugo Azevedo (AD Valongo) 30 golos
2º Rei (FC Porto) 28 golos
3os Zorro Viana (SL Benfica) 22 golos
Tó Silva (UD Oliveirense) 22 golos

Sábado

CI SAGRES 7-4 AA ESPINHO 
Pavilhão do CI Sagres no Porto
Árbitros: João Duarte e Jorge Carmona (ambos de Lisboa)

CI Sagres:
Paulinho Santos (GR), Nélson Almeida, Ricardo Carvalho, Jorge Vieira e Tiago Pimenta (2). Jogaram ainda: Pedro Cubelo (GR), Alexandre Silva (1), Gabriel Dâmaso (1), Ricardo Frias (1) e João Gilvaz (c, 2). Treinador: António Gomes.

AA Espinho:
João Ferro (GR), Miguel Sousa, André Pinto (2), Rato e João Pinto. Jogaram ainda: Tó Costa e Fred (2). Treinador: Carlos Realista.

Cartões azuis: Ricardo Carvalho, Nélson Almeida, Alexandre Silva, Carlos Realista, André Pinto e João Pinto.
Cartões vermelhos: Alexandre Silva, João Pinto e Rato.



ACR GULPILHARES 1-3 OC BARCELOS 
1-2 ao intervalo
Faltas: 13-10
Pavilhão Municipal de Gulpilhares

Árbitros: Luís Inácio (Ribatejo) e Manuel Oliveira (Aveiro)

0-1 por Xixa (9m)
1-1 por Rúben Pereira (17m)
1-2 por Tó Leal (20m)
1-3 por Nuno Félix (41m)

ACR Gulpilhares: Ricardo Pereira (GR), Marco Dias (c), Poca, Dani e Carrais. Jogaram ainda: Fábio Vieira (GR), Gustavo Vidal, Nélson Gomes e Rúben Pereira (1). Treinador: Francisco Silva.


OC Barcelos:
Paulo Matos (GR), Tó Leal (c, 1), Nuno Almeida, Xixa (1) e Nuno Félix (1). Jogaram ainda: Ginho (GR), Zé Pedro e Hugo Costa. Treinador: José Fernandes.



AJ VIANA 3-4 AD VALONGO 
2-1 ao intervaloPavilhão de Monserrate em Viana do Castelo
Árbitros: António Santos e Paulo Almeida (ambos de Aveiro)

0-1 por Hugo Azevedo
1-1 por Didi
2-1 por Rodrigo Sousa
2-2 por Peixe
2-3 por Hugo Azevedo
2-4 por Hugo Azevedo
3-4 por Didi

AJ Viana: Leonardo Pais (GR), Rodrigo Sousa (c, 1), Joel Coelho, Diogo Fernandes e Álvaro Pinto. Jogaram ainda: Kika e Didi (2). Treinador: Pedro Sampaio.

AD Valongo: David Arellano (GR), João Marques, Miguel Viterbo (c), Peixe (1) e Hugo Azevedo (3). Jogaram ainda: João Souto e Pedro Mendes. Treinador: Paulo Pereira.

Cartões azuis: Rodrigo Sousa, Diogo Fernandes e João Souto.



Terça-feira
CD PAÇO DE ARCOS 4-7 FC PORTO
1-4 ao intervalo
Pavilhão Gimnodesportivo do CD Paço de Arcos, cerca de 900 espectadores
Árbitros: Jorge Ventura (Lisboa) e Joaquim Carpelho (Setúbal)


1-0 por Nélson Ribeiro (9m)
1-1 por Pedro Moreira (12m)
1-2 por Pedro Moreira (12m)
1-3 por Filipe Santos (14m)
1-4 por Gonçalo Suíssas (17m)
1-5 por Rei (31m) LD
2-5 por Nélson Ribeiro (33m) LD
2-6 por Rei (33m) LD
3-6 por André Moreira (41m)
4-6 por André Moreira (43m)
4-7 por Caio (44m)



CD Paço de Arcos: Carlos Silva (GR), Miguel Dantas (c), Rui Pereira, Nélson Ribeiro (2) e André Moreira (2). Jogaram ainda: Gonçalo Pestana, André Pereira e Rui Ribeiro. Treinador: Paulo Garrido.

FC Porto: Edo Bosch (GR), Pedro Moreira (2), Rei (2), Caio (1) e Tiago Santos. Jogaram ainda: Gonçalo Suíssas (1), Nélson Pereira e Filipe Santos (c, 1). Treinador: Tó Neves.

Cartão azul: Miguel Dantas.
Melhor em campo: Filipe Santos, recuperou inúmeras bolas, marcou um golo e deu mais três a marcar, foi sem dúvida uma exibição de luxo do capitão azul e branco que também movimentou muito bem todo o jogo portista.

Depois de uma derrota inacreditável em Itália o Futebol Clube do Porto voltou às competições internas ao mais alto nível, vencendo convictamente o Paço de Arcos por 4-7. A formação da casa começou bem, marcando primeiro por Nélson Ribeiro, mas o seu sistema defensivo - a defender sem trocas, muito em cima dos adversários e com algumas desatenções à mistura - acabaria por proporcionar aos forasteiros um belo jogo, com jogadas simples, entradas constantes do jogador sem bola, golos e um esclarecedor 1-4 ao intervalo. No segundo tempo o Paço de Arcos avançou ainda mais no ringue defensivamente e o Porto aproveitou para continuar no mesmo sistema atacante, ou seja, muita movimentação sem bola. A formação da casa aplicou as mesmas armas do primeiro tempo, lances individuais e remates de meia distância, remates esses que deram os seus frutos (3 golos). Nélson Ribeiro e André Moreira com dois golos cada, foram indubitavelmente os mais perigosos do elenco da Linha de Cascais. Partida inteiramente controlada pelo Futebol Clube do Porto que continua assim na liderança.



Quarta-feira
UD OLIVEIRENSE 11-3 RIBA D'AVE HC
5-1 ao intervalo
Pavilhão Dr. Salvador Machado em Oliveira de Azeméis

Árbitros: João Rodrigues e Florindo Cardoso (ambos do Minho)

UD Oliveirense: Domingos Pinho (GR), Nuno Resende, Diogo Silva (c), Tó Silva (3) e Vítor Hugo (3). Jogaram ainda: Diogo Almeida (GR), Tiago Ferraz (1), Francisco Silva (2), Piolho (2) e André Azevedo. Treinador: Nuno Resende.

Riba D'Ave HC: Pedro Pereira (GR), Joel Ferreira (c), André Alves (2), Miguel Soares e Pedro Salgado. Jogaram ainda: João Costa (GR), Pedro Sousa (1), Pedro Nogueira, Diogo Machado e António Cruz. Treinador: Horácio Ferreira.

Cartão azul: Diogo Machado.



SL BENFICA 5-2 HC BRAGA
0-0 ao intervalo
Pavilhão Império Bonança em Lisboa
Árbitros: Joaquim Carpelho e Rui Lameiras (ambos de Setúbal)

1-0 por João Rodrigues (26m)
1-1 por Hélder Nunes (26m) LD
2-1 por Cacau (27m) PP+1
3-1 por João Rodrigues (33m)
4-1 por João Rodrigues (34m)
5-1 por Sérgio Silva (48m)
5-2 por Hélder Nunes (50m) LD



SL Benfica: Ricardo Silva (GR), Valter Neves (c), Sérgio Silva (1), Zorro Viana e João Rodrigues (3). Jogaram ainda: Tuco Ábalos, Chiquinho, Carlitos López e Cacau (1). Treinador: Luís Sénica.

HC Braga: Guilherme Silva (GR), Luís Filipe, Hélder Nunes (2), Fellini (c) e Rafa. Jogaram ainda: Rato, André Torres, Viti e Henrique Magalhães. Treinador: Vítor Silva.


Cartão azul: Rafa.

Melhor em campo: Guilherme Silva, aguentou a equipa enquanto pode, mas perante a tamanha qualidade do ataque encarnado a derrota era praticamente inevitável. No primeiro tempo foi o principal responsável pela continuação da turma bracarense na discussão do encontro. Demonstrou mais uma vez que é a par de João Miguel e Edo Bosch um dos melhores guarda-redes da competição.


Grande jogo em Lisboa, entre duas equipas que apresentaram o hóquei que têm praticado ao longo desta época. Um ritmo intenso de princípio ao fim, em que só as boas exibições de Ricardo e Guilherme Silva provocaram um empate a zero ao intervalo. No segundo tempo os dois golos para cada lado logo no primeiro minuto deram continuidade à excelente atitude dos jogadores. O Benfica aplicou toda a sua classe no encontro e só assim conseguiu a vantagem tão procurada, chegando mesmo à vantagem de 5-1 com grande mestria. Hélder Nunes ainda reduziu para 5-2, um resultado algo pesado para a exibição da equipa nortenha que está de parabéns pela réplica dada na Luz. Arbitragem razoável da dupla setubalense.


CANDELÁRIA SC 10-0 HC ''OS TIGRES'' 
FALTA DE COMPARÊNCIA


Folga: AE FÍSICA D 

Segunda-feira, Fevereiro 13, 2012

1ª Divisão, estatísticas


CLUBES
Maior serie de vitórias/derrotas: Porto (14) e Riba D’Ave (6)
Maior numero de jogos sem ganhar: Infante Sagres (9)
Mais golos marcados/sofridos: Benfica (102) e Infante Sagres (86)
Menos golos sofridos/marcados: Candelária (34) e Riba D'Ave e Juventude Viana (38)

Mais/menos pontos: Porto (39) e Infante Sagres (4)
Mais/menos vitórias: Porto (13) e Infante Sagres (1)
Mais/menos empates: Tigres (4) e Porto e Riba D’Ave (0)
Menos/mais derrotas: Porto, Benfica e Candelária (1) e Infante Sagres (12)

JOGADORES
TOTALISTAS
Porto: Pedrito Gil, Rei, Pedro Moreira, Tiago Santos, Caio e Gonçalo Suíssas.

Benfica: Ricardo Silva, Sérgio Silva, João Rodrigues, Chiquinho, Carlitos López, Cacau, Zorro Viana e Valter Neves.

Barcelos: Paulo Matos, Tó Leal, Zé Pedro, André Centeno, Xixa e Hugo Costa.

Oliveirense: Nuno Resende e Vítor Hugo e Tó Silva.

Candelária: João Miguel, Martin Montivero, Jorge Silva, Tiago Resende e Tiago Rafael.

Gulpilhares: Poca, Marco Dias e Gustavo Vidal.

Valongo: Pedro Mendes, Miguel Viterbo, João Marques, Peixe e Hugo Azevedo.

Braga: Guilherme Silva, Henrique Magalhães, Rafa, Fellini e Hélder Nunes.

Física: Pilé, Filipe Grileiro, Samuel Lima, Carlos Godinho, Germán Dates, Peca Peca e Carlos Garrancho.

Espinho: Miguel Sousa, João Pinto, André Pinto, Fred e Rato.

Paço de Arcos: Carlos Silva, Nélson Ribeiro, Miguel Dantas, Rui Ribeiro, André Pereira e André Moreira.

Riba D'Ave: Telmo Fernandes, Tó Cruz, Joel Ferreira, Pedro Salgado e André Alves.

Infante Sagres: Paulinho Santos, Ricardo Carvalho e Nuno Almeida.
Tigres: André Azevedo, Carlitos, Carlos Trindade, Diogo Lã e Luís Querido.

Juventude Viana: Leonardo Pais, Joel Coelho, Diogo Fernandes, Álvaro Pinto e Roger.

Mais golos marcados:
1º Rei (FC Porto) 29 golos
2º Hugo Azevedo (AD Valongo) 27 golos
3º Zorro Viana (SL Benfica) 25 golos

Melhor diferença entre jogos realizados e golos marcados: Rei (FC Porto) 29 golos em 15 jogos.

Mais cartões azuis:
1º Hugo Costa (OC Barcelos) 7
2os Nélson Almeida (CI Sagres) 6
Jorge Silva (Candelária SC) 6
João Pinto (AA Espinho) 6

Melhor diferença entre jogos realizados e cartões azuis (15 jogos/0 azuis):
Pedrito Gil, Pedro Moreira, Cacau, João Rodrigues, Sérgio Silva, Tiago Resende, Tiago Rafael, Nuno Resende, Vítor Hugo Pinto e Pilé.

Pior diferença entre jogos realizados e cartões azuis (só contabilizados os jogadores que viram pelo menos uma vez a cartolina azul): Rui Vieira (Infante Sagres) 3 jogos, 1 azul.

Treinador com mais azuis: Vítor Silva (5)

Melhor diferença entre jogos realizados e azuis (15 jogos/0 azuis): Tó Neves, Carlos Dantas e Nélson Lourenço.

Pior diferença entre jogos realizados e azuis (só contabilizados os treinadores que viram pelo menos um azul): Vítor Silva (14 jogos/5 azuis).

Top 10 campeonato:
JUAN IGNASI EDO BOSCH - FC Porto
JOÃO MIGUEL FERREIRA - Candelária SC

PEDRO MOREIRA - FC Porto
REINALDO VENTURA - FC Porto
TIAGO RESENDE - Candelária SC
CARLOS GODINHO - AE Física D

PEDRO GIL GÓMEZ - FC Porto
RICARDO OLIVEIRA ''CAIO'' - FC Porto
MARTÍN SEBASTIÁN MONTIVERO - Candelária SC
HUGO AZEVEDO - AD Valongo

Treinador: CARLOS DANTAS - Candelária SC

Top 10 Sub23:
LEONARDO PAIS - AJ Viana
ÂNGELO ANDRÉ GIRÃO - AA Espinho

JOÃO RODRIGUES - SL Benfica
PEDRO MENDES - AD Valongo
DANIEL OLIVEIRA ''POCA'' - ACR Gulpilhares
HÉLDER NUNES - HC Braga

JOSÉ RAFAEL COSTA - HC Braga
JOÃO SOUTO - AD Valongo
DIOGO RAFAEL - SL Benfica
HENRIQUE MAGALHÃES -  HC Braga

Treinador: PAULO PEREIRA - AD Valongo

Quinta-feira, Fevereiro 09, 2012

1ª Divisão, 15ª Jornada


Com a preciosa colaboração de hoqueipatins.com e do jornal Record

Classificação
1º FC Porto, 39 ptos (100-41)
2º SL Benfica, 37 ptos (102-46)
3º Candelária SC, 33 ptos (60-34)
4º AE Física D, 25 ptos (53-46)

5º OC Barcelos, 22 ptos (46-46)
6º AD Valongo, 22 ptos (67-57)
7º UD Oliveirense, 22 ptos (51-53)
8º HC Braga, 19 ptos (46-49)
9º AA Espinho, 19 ptos (53-63)
10º CD Paço de Arcos, 15 ptos (46-57)
11º ACR Gulpilhares, 13 ptos (53-72)
12º AJ Viana, 13 ptos (38-51)
13º HC ''Os Tigres'', 13 ptos (55-61)
14º Riba D'Ave HC, 9 ptos (38-85)
15º CI Sagres, 4 ptos (39-86)


Melhores marcadores:
1º Hugo Azevedo (AD Valongo) 27 golos
2º Rei (FC Porto) 26 golos
3º Zorro Viana (SL Benfica) 22 golos
4º Jorge Silva (Candelária SC) 21 golos
5º Martín Montivero (Candelária SC) 20 golos

Sábado
CI SAGRES 3-7 AD VALONGO 
1-3 ao intervalo
Pavilhão do CI Sagres no Porto
Árbitros: Florindo Cardoso e Manuel Oliveira (ambos do Minho)

1-0 por Ricardo Carvalho
1-1 por João Souto
1-2 por Hugo Azevedo
1-3 por Peixe
1-4 por Hugo Azevedo
2-4 por João Gilvaz
2-5 por Hugo Azevedo
2-6 por João Souto
2-7 por Hugo Azevedo
3-7 por Ricardo Carvalho

CI Sagres: Paulinho Santos (GR), Nélson Almeida, Jorge Vieira, Ricardo Carvalho (2) e Tiago Pimenta. Jogaram ainda: Gabriel Dâmaso, João Gilvaz (c, 1), Alexandre Silva e Ricardo Frias. Treinador: António Gomes.

AD Valongo: David Arellano (GR), João Marques, Miguel Viterbo (c), Peixe (1) e João Souto (2). Jogaram ainda: Luís Nogueira (GR), Pedro Mendes, Hugo Azevedo (4), Pedro Pinto e Raúl Meca. Treinador: Paulo Pereira.

Cartões azuis: -


ACR GULPILHARES 5-1 RIBA D'AVE HC 
2-0 ao intervalo
Pavilhão Municipal de Gulpilhares no Porto
Árbitros: Jorge Carmona e João Duarte (ambos de Lisboa)

1-0 por Carrais (18m) P
2-0 por Rúben Pereira (21m)
3-0 por Poca (35m)
4-0 por Carrais (37m) P
5-0 por Carrais (43m)
5-1 por António Cruz (47m)

ACR Gulpilhares: Ricardo Pereira (GR), Marco Dias (c), Poca (1), Dani e Carrais (3). Jogaram ainda: Fábio Vieira (GR), Gustavo Vidal, Rúben Pereira (1), Nélson Gomes e Sebastião Sousa. Treinador: Francisco Silva.

Riba D'Ave HC: Telmo Fernandes (GR), Pedro Salgado, António Cruz (1), André Alves e Joel Ferreira (c). Jogaram ainda: Miguel Soares, Pedro Nogueira e Pedro Sousa. Treinador: Horácio Ferreira.

Cartões azuis: André Alves e Pedro Sousa.
Cartão vermelho: Ricardo Pereira.

UD OLIVEIRENSE 4-1 HC BRAGA
4-0 ao intervalo
Pavilhão Dr. Salvador Machado em Oliveira de Azeméis
Árbitros: Porfírio Fernandes e Paulo Santos (ambos do Porto)

1-0 por Tó Silva (9m)
2-0 por Vítor Hugo (21m)
3-0 por Tó Silva (23m)
4-0 por André Azevedo (23m)
4-1 por Henrique Magalhães (50m)

UD Oliveirense: Domingos Pinho (GR), Nuno Resende, Diogo Silva (c), Vítor Hugo (1) e Tó Silva (2). Jogaram ainda: Tiago Ferraz e André Azevedo (1). Treinador: Nuno Resende.

HC Braga: Guilherme Silva (GR), Luís Filipe, Hélder Nunes, Fellini (c) e Rafa. Jogaram ainda: Rato, Viti, André Torres e Henrique Magalhães (1).

Cartões azuis: -
SL BENFICA 5-2 HC ''OS TIGRES'' 
3-1 ao intervalo
Pavilhão Império Bonança em Lisboa, cerca de 1.500 espectadores
Árbitros: Rui Torres e João Rodrigues (ambos do Minho)

1-0 por Sérgio Silva (15m)
2-0 por Valter Neves (17m)
3-0 por Sérgio Silva
3-1 por Pedro Vaz
4-1 por Cacau
4-2 por João Beja
5-2 por João Rodrigues

SL Benfica: Ricardo Silva (GR), Valter Neves (c, 1), Chiquinho, Carlitos López e João Rodrigues (1). Jogaram ainda: Cacau (1), Zorro Viana, Tuco Ábalos e Sérgio Silva (2). Treinador: Luís Sénica.

HC ''Os Tigres'': André Azevedo (GR), Carlitos (c), Carlos Trindade, Luís Querido e Diogo Lã. Jogaram ainda: Pedro Vaz (1) e João Beja (1). Treinador: Nélson Lourenço.

Cartões azuis: -
Melhor em campo: Sérgio Silva, impôs sempre um grande ritmo à equipa e a diferença é que com ele em campo o Benfica foi bem mais perigoso. Marcou dois golos importantes para a construção de uma vantagem tranquila.

O Benfica presenteou a grande casa no Pavilhão Império Bonança com mais uma vitória, depois do desaire no Dragão Caixa. Os encarnados não tiveram tarefa fácil frente a uma formação muito fechada defensivamente, que apostava posteriormente no contra-ataque ou no remate de meia distância. As duas formações privilegiaram sempre a posse de bola, ainda que a diferença de ritmo fizesse com que a troca de bola benfiquista fosse mais produtiva, conseguindo de facto abrir a defensiva forasteira. De facto, os lisboetas leram muito bem o jogo, optando sempre pela melhor solução, que foi muitas das vezes jogar ao primeiro toque com o jogador sem bola em movimento, criando inúmeras situações de perigo junto da baliza contrária. Os Tigres deram alguma réplica até aos últimos dez minutos, altura em que o Benfica sentenciou o encontro com o 5-2. A formação do distrito de Santarém opta demasiadamente pelo remate de meia distância com a intenção de desvio no interior da área, não dando primazia a um hóquei mais rápido e apoiado, o que dada a qualidade do seu plantel seria perfeitamente realizável.

AE FÍSICA D 6-3 OC BARCELOS
2-2 ao intervalo
Pavilhão José Maria Antunes Júnior em Torres Vedras, cerca de 250 espectadores
Árbitros: Paulo Romão e Luís Peixoto (ambos de Lisboa)

0-1 por Nuno Félix
1-1 por Vicente Alves
1-2 por Zé Pedro (PP-1)
2-2 por Carlos Garrancho (PP+1)
3-2 por Carlos Godinho
4-2 por Carlos Garrancho
5-2 por Peca Peca
5-3 por Zé Pedro (LD)
6-3 por Germán Dates (LD)

AE Física D: Pilé (GR), Carlos Godinho (c, 1), Samuel Lima, Peca Peca (1) e Carlos Garrancho (2). Jogaram ainda: Vítor Fortunato, Filipe Grileiro, Vicente Alves (1) e Germán Dates (1). Treinador: Vítor Fortunato.

OC Barcelos: Paulo Matos (GR), Tó Leal (c), André Centeno, Nuno Félix (1) e Xixa. Jogaram ainda: Ginho (GR), Hugo Costa, Zé Pedro (2) e Carlos André. Treinador: José Fernandes.

Cartões azuis: Peca Peca, Zé Pedro, Hugo Costa (2x) e Xixa.
Melhor em campo: Carlos Garrancho, com uma facilidade de remate incrível, foi essencial pelos dois golos que marcou, tanto pela importância que estes tiveram para o desfecho do resultado final (marcados em alturas essenciais) como pela beleza dos mesmos.

Os quarto e quinto classificados do campeonato defrontaram-se em Torres Vedras, perante uma das piores casas da época. A parte inicial do encontro contou com duas atitudes distintas de encarar o jogo; a Física a apostar na velocidade nos seus ataques organizados e o Barcelos impondo um ritmo bem mais baixo, procurando sempre o interior da área, onde Nuno Félix efectuou com sucesso o seu trabalho, criando muito perigo para a baliza à guarda de Carlos Coelho. Foi o mesmo Nuno Félix quem inaugurou o marcador, através de um remate de meia distância, desviado infortunadamente por Samuel Lima, já perto da baliza. Minutos depois Vítor Fortunato rodou quase toda a equipa, apostando em Vicente Alves (pela primeira vez esta época) e Germán Dates para a frente de ataque. O estreante acabou por empatar o encontro num remate de primeira no interior da área, quando Paulo Matos ainda recuperava a sua posição após um remate de meia distância. A partir daqui a equipa do Barcelos começou a descer o seu nível de exibição, tantos que foram as vezes que a cartolina azul foi mostrada aos atletas minhotos. Zé Pedro ainda surpreendeu os torrienses com um golo de contra-ataque, mas Carlos Garrancho acabaria por empatar novamente a contenda, quando o Barcelos actuava com menos um jogador em pista.

No segundo tempo a formação da casa entrou a todo o gás, marcando três tentos nos primeiros sete minutos. Carlos Godinho (com culpas para Paulo Matos), Carlos Garrancho e Ricardo Pereira (num grande lance individual) foram os marcadores. Com uma vantagem de três golos o conjunto do Oeste limitou-se a controlar o encontro, até porque o Barcelos estava a ser constantemente fustigado pelas expulsões, impedindo a equipa de tentar a recuperação. Nos últimos cinco minutos mais um golo para cada lado, ambos de livre directo e com boas execuções. Zé Pedro foi o primeiro a marcar, fixando Germán Dates o resultado final em 6-3.

Foram muitas as bolas paradas não concretizadas pela Física (três, contra uma do Barcelos). Vitória justa da formação que conseguiu ser mais coesa, com mais eficácia e com mais ambição pela vitória final. Arbitragem menos boa de Luís Peixoto e Paulo Romão, dado o demasiado rigor na amostragem da cartolina azul a alguns dos atletas que foram expulsos, nomeadamente Ricardo Pereira, Jorge Maceda e Zé Pedro.

AA ESPINHO 4-1 CD PAÇO DE ARCOS 
2-1 ao intervalo
Pavilhão Gimnodesportivo Arquitecto Jerónimo Ferreira Reis em Espinho
Árbitros: António Teixeira e Rego Lamela (ambos do Minho)

Rato
João Pinto (2)
André Pinto

Rui Pereira


AA Espinho: João Ferro (GR), Filipe Sousa (c), André Pinto (1), João Pinto (2) e Rato (1). Jogaram ainda: Miguel Sousa e Fred. Treinador: Carlos Realista.

CD Paço de Arcos: Carlos Silva (GR), Rui Pereira (1), Nélson Ribeiro, Miguel Dantas (c) e Rui Ribeiro. Jogaram ainda: André Moreira, André Ferreira e André Pereira. Treinador: Paulo Garrido.

Cartões azuis: -


CANDELÁRIA SC 2-1 FC PORTO 
1-0 ao intervalo
Pavilhão da Escola Padre Cardeal Costa Nunes nas Lajes do Pico, cerca de 1.000 espectadores
Árbitros: José Pinto (Porto) e Ricardo Leão (Lisboa)


1-0 por Jorge Silva (23m)
1-1 por Rei (30m) LD
2-1 por Mauro Fernández (48m)


Candelária SC: João Miguel (GR), Tiago Resende (c), Tiago Rafael, Martín Montivero e Jorge Silva (1). Jogaram ainda: Pedro Afonso, Nuno Araújo e Mauro Fernández (1). Treinador: Carlos Dantas.

FC Porto: Edo Bosch (GR), Pedro Moreira, Caio, Rei (1) e Pedrito Gil. Jogaram ainda: Filipe Santos (c), Tiago Santos e Gonçalo Suíssas. Treinador: Tó Neves.

Cartões azuis: Pedro Afonso
Cartão vermelho: José Silva (elemento do Candelária SC)
Melhor em campo: João Miguel, num encontro tão equilibrado valeu ao Candelária a inspiração do seu guarda-redes em momentos de maior aperto. João Miguel revelou-se mais forte que todos os remates azul e brancos, à excepção do livre directo de Reinaldo Ventura. O duelo entre os dois durou todo o segundo tempo, levando o melhor guardião português da actualidade a melhor.

Grande partida de Hóquei em Patins, que só não teve mais golos porque os guarda-redes se superiorizaram aos ataques. Duas equipas com muita posse de bola, optando ou pelos contra-ataques ou pelo ataque organizado finalizado com acções individuais ou remates de meia distância. Pedro Moreira e Jorge Silva foram os elementos mais em foco no primeiro tempo. A formação azul e branca voltou a exagerar na pressão feita ao adversário e quando se tratam de equipas com muita qualidade e com a lição bem estudada como foi o caso do Candelária, esta atitude tende a não dar bons resultados, o que acabou por acontecer no primeiro golo açoriano e em outras jogadas a que ao Porto só valeu Edo Bosch.

No segundo tempo a pressão portista foi mais racional, chegou ao empate através de Reinaldo Ventura na conversão de um livre directo e pôs a formação da casa em sentido. O internacional português iniciou aqui um verdadeiro duelo com João Miguel, com o guarda-redes a levar sempre a melhor. Já perto do final da partida, quando a turma de Tó Neves tentava o tudo por tudo e o Candelária guardava a bola ao máximo, Mauro Fernández tira da cartola um super golo! Um remate à entrada da área em rotação, sem qualquer hipótese para Edo Bosch. O cinismo ''à italiana'' do Candelária acabou por ser premiado, tratando de uma vitória justa, contra um Porto que para além da técnica de Reinaldo Ventura e da meia distância de Pedro Moreira pouco mais conseguiu fazer.

Folga: AJ VIANA (11º, 13p)

Sexta-feira, Fevereiro 03, 2012

Tranferências de Dezembro 2011/Janeiro 2012



ALEX SARAIVA - ACR Gulpilhares para...

ALFREDO NOGUEIRA - CA Feira para a AD Sanjoanense

ANDRÉ SOUSA - CA Feira

ANTONIO CIRILLI - HC Molfetta (Ita) para o R Matera (Ita)

CACHI PAEZ - Centro Valenciano (Arg) para o RHC Friedlingen (Sui/Ale)

COSTA PEREIRA - ACR Santa Cita

CRISTIANO BARBOSA - HC Paço de Rei para...

DAVID ARELLANO - AD ''Os Limianos'' para a AD Valongo

DUARTE RESENDE - AD Sanjoanense para o CD Cucujães

EXEQUIEL TAMBURINDEGUY - HC Molfetta (Ita) para o R Matera (Ita)

FÁBIO VIEIRA - AD Valongo para a ACR Gulpilhares

FERMÍN ORTEGA - HC Molfetta (Ita) para...

FRANCESCO DOLCE - R3000 Novara (Ita) para o SCRA Saint Omer (Fra)

GONZALO GÓMEZ - FHC Seregno (Ita) para...

HÉLDER MARTINS - AJ Viana para a AD ''Os Limianos''

HUGO ABREU - CP Lisbonense

HUGO PAIVA - HC Paço de Rei para o CRPF Lavra

JOAN FRANCESC ESPAÑOL BATISTA - RHC Wimmis (Sui)

JOÃO COSTA - RSV Weil (Ale/Sui) para...

JOÃO OSÓRIO - AA Espinho (Juniores) para o HC Paço de Rei

JOÃO RODRIGUES - Parede FC para o CP Lisbonense

JOSÉ EDUARDO PEREIRA - HC Paço de Rei

KIKA - AJ Viana

LEONARDO ZABALA - GSAFP Giovinazzo (Ita) para o FHC Seregno (Ita)

LUÍS PINHO - AD Sanjoanense (Juniores) para a AD Sanjoanense

MARIANO ORTÍZ - AP Follonica H (Ita) para o FHC Seregno (Ita)

NICOLÁS FERNÁNDEZ - HC Molfetta (Ita) para o GSAFP Giovinazzo (Ita)

NUNO ALVES - AJ Viana para o Famalicense AC

NUNO PAIVA - HC Paço de Rei para a ACR Gulpilhares

RAFAEL PEREIRA - Famalicense AC

RICARDO CUNHA - Famalicense AC para a AD ''Os Limianos''

RICARDO PEREIRA - Académico FC para...

SIMONE MALAVASI - Correggio HC (Ita) para...

TIAGO MARQUES - GDR ''Os Lobinhos'' para o HC Santiago

VICENZO SIBERIANI - Villa Oro Modena (Ita)

VÍCTOR BERTRÁN - FHC Seregno (Ita) para...

VÍCTOR NUÑEZ - UV Trinidad (Arg) para o H Sarzana (Ita)

XABIER IBARZ FORMATGER - RHC Wimmis (Sui)

-ABANDONOS
ADRIÁN POLA - CP Areces (Esp) FALECIDO

ANDRÉ COSTA - CP Lisbonense


Quarta-feira, Fevereiro 01, 2012

1ª Divisão, 14ª Jornada

Com a colaboração de hoqueipatins.com e Jornal Record

Classificação
1º FC Porto, 39 ptos (99-39)
2º SL Benfica, 34 ptos (97-44)
3º Candelária SC, 30 ptos (58-33)
4º AE Física D, 22 ptos (47-43)

5º OC Barcelos, 22 ptos (43-40)
6º AD Valongo, 19 ptos (60-54)
7º HC Braga, 19 ptos (45-45)
8º UD Oliveirense, 19 ptos (47-52)
9º AA Espinho, 16 ptos (49-62)
10º CD Paço de Arcos, 15 ptos (45-53)
11º AJ Viana, 13 ptos (38-51) mais 1 jogo
12º HC ''Os Tigres'', 13 ptos (53-56)
13º ACR Gulpilhares, 10 ptos (48-71)
14º Riba D'Ave HC, 9 ptos (37-80)
15º CI Sagres, 4 ptos (36-79)


Melhores marcadores
1º Rei (FC Porto) 28 golos
2º Zorro Viana (SL Benfica) 25 golos
3os Hugo Azevedo (AD Valongo) 23 golos
Jorge Silva (Candelária SC) 23 golos
5º Martín Montivero (Candelária SC) 22 golos

Sábado
HC BRAGA 4-2 ACR GULPILHARES
1-0 ao intervalo
Pavilhão das Goladas em Braga
Árbitros: Ricardo Leão (Lisboa) e Jaime Vieira (Alentejo)

HC Braga: Guilherme Silva (GR), Hélder Nunes (1), Luís Filipe, Fellini (c, 1) e Rafa (1). Jogaram ainda: Viti (1), Rato e Henrique Magalhães. Treinador: Vítor Silva.

ACR Gulpilhares: Ricardo Pereira (GR), Marco Dias (c), Poca, Dani e Carrais (2). Jogaram ainda: Gustavo Vidal, Nélson Gomes e Rúben Pereira. Treinador: Francisco Silva.

Cartões azuis: Fellini, Marco Dias e Poca.

HC ''OS TIGRES'' 3-4 UD OLIVEIRENSE
2-2 ao intervalo
Pavilhão Municipal Arquitecto A. B. Calado em Almeirim
Árbitros: Rego Lamela (Minho) e Paulo Romão (Lisboa)

HC ''Os Tigres'': André Azevedo (GR), Carlitos (c), Carlos Trindade, Luís Querido e Diogo Lã (1). Jogaram ainda: Pedro Vaz (1), Gonçalo Favinha (1) e João Beja. Treinador: Nélson Lourenço.

UD Oliveirense: Domingos Pinho (GR), Diogo Silva (c), Nuno Resende, Tó Silva (3) e Vítor Hugo (1). Jogaram ainda: Diogo Almeida (GR), Piolho e André Azevedo. Treinador: Nuno Resende.

Cartões azuis: Diogo Lã e Domingos Pinho.


RIBA D'AVE HC 6-3 AE FÍSICA D
2-0 ao intervalo
Pavilhão das Tílias em Riba de Ave
Árbitros: Joaquim Carpelho e Rui Lameiras (ambos de Setúbal)

Riba D'Ave HC: Telmo Fernandes (GR), Pedro Salgado (2), António Cruz (1), André Alves e Joel Ferreira (c, 3). Jogaram ainda: Miguel Soares e Pedro Nogueira. Treinador: Horácio Ferreira.

AE Física D: Pilé (GR), Carlos Godinho (c), Samuel Lima, Carlos Garrancho (1) e Peca Peca (2). Jogaram ainda: Filipe Grileiro, Germán Dates e Vítor Fortunato. Treinador: Vítor Fortunato.

Cartões azuis: André Alves, Filipe Grileiro e Samuel Lima.

OC BARCELOS 3-5 AJ VIANA
1-3 ao intervalo
Pavilhão Municipal de Barcelos
Árbitros: Jerónimo Moura e Domingos Carvalho (ambos do Porto)

OC Barcelos:
Paulo Matos (GR), Tó Leal (c, 1), Zé Pedro, André Centeno (1) e Xixa. Jogaram ainda: Hugo Costa, Nuno Almeida (1) e Nuno Félix. Treinador: José Fernandes.

AJ Viana: Leonardo Pais (GR), Rodrigo Sousa (c, 2), Joel Coelho, Diogo Fernandes (2) e Álvaro Pinto (1). Jogou ainda: Kika. Treinador: Pedro Sampaio.

Cartões azuis: -

CANDELÁRIA SC 3-1 CD PAÇO DE ARCOS
2-0 ao intervalo
Pavilhão da Escola Cardeal Costa Nunes
Árbitros: Florindo Cardoso e João Rodrigues (ambos do Minho)

Candelária SC
: João Miguel (GR), Tiago Resende (c, 1), Martín Montivero (1), Mauro Fernández e Jorge Silva (1). Jogaram ainda: Nuno Araújo e Pedro Afonso. Treinador: Carlos Dantas.

CD Paço de Arcos: Carlos Silva (GR), André Pereira, Miguel Dantas (c), Nélson Ribeiro (1) e André Moreira. Jogaram ainda: Rui Pereira e Rui Ribeiro. Treinador: Paulo Garrido.

Cartões azuis: Paulo Garrido.



Domingo
FC PORTO 6-5 SL BENFICA
3-3 ao intervalo
Pavilhão Dragão Caixa no Porto, cerca de 2.100 espectadores
Árbitros: Luís Peixoto (Lisboa) e Joaquim Pinto (Porto)

0-1 por João Rodrigues (9m)
1-1 por Rei (13m) LD
1-2 por Chiquinho (19m)
2-2 por Rei (20m) LD
3-2 por Rei (22m)
3-3 por Carlitos López (23m)
4-3 por Rei (30m) P
4-4 por Carlitos López (31m) LD
5-4 por Caio (34m)
6-4 por Rei (40m) LD
6-5 por Chiquinho (49m)

FC Porto: E
do Bosch (GR), Pedro Moreira, Pedrito Gil, Rei (5) e Caio (1). Jogaram ainda: Tiago Santos, Gonçalo Suíssas e Filipe Santos (c). Treinador: Tó Neves.

SL Benfica:
Ricardo Silva (GR), Valter Neves (c), Sérgio Silva, João Rodrigues (1) e Zorro Viana. Jogaram ainda: Pedro Henriques (GR), Chiquinho (2), Cacau, Carlitos López (2) e Tuco Ábalos. Treinador: Luís Sénica.

Cartões azuis: Tiago Santos, Zorro Viana (2x) e Ricardo Silva.
Melhor em campo: Edo Bosch, foi mais uma vez decisivo nas alturas chave do encontro, segurando o 5-4 e o 6-4 a favor da sua equipa quando o Benfica criava perigo constante junto da baliza à guarda do catalão.

Partida de qualidade extrema, jogada a uma velocidade sem igual e com grande emoção à mistura. Numa toada de parada e resposta, a forma de jogar da formação da casa - pressão a defender, pouca paciência a atacar - originou um encontro alucinante, de ataques muito curtos e com muita qualidade, dando a oportunidade de Edo Bosch e Ricardo Silva brilharem. Os golos iam aparecendo e sempre com muito equilíbrio no resultado, até ao momento em que Edo Bosch fechou a sua baliza e impediu o Benfica de continuar a marcar. Assim, de um 4-4 o Porto passou para 6-4, aproveitando também uma pequena queda dos encarnados com a entrada de Cacau. A turma da Luz continuou a protagonizar uma boa partida e a criar perigo na baliza de Edo Bosch, mas a boa exibição do catalão impediu o empate aos encarnados, resultado que seria por ventura o mais justo. O jogo só perdeu fulgor nos últimos dez minutos, quando as quezílias entre jogadores apareceram e o cansaço físico e psicológico das duas formações se fizeram sentir, algo normal, se tivermos em conta a velocidade com que a partida foi disputada.

Destaque para o facto de o Futebol Clube do Porto ter aproveitado as situações de bola parada para vencer o encontro, uma vez que quatro dos seis tentos foram marcados de bola parada, por Reinaldo Ventura.


Num encontro tão equilibrado, foram os pequenos pormenores que fizeram a diferença; a exibição de Edo Bosch, a concretização de Reinaldo Ventura nas bolas paradas, a entrada menos boa de Cacau no jogo e o lance infeliz de Ricardo Silva no 3-2 foram pequenos aspectos que na globalidade permitiram aos pupilos de Tó Neves vencer esta partida. Boa arbitragem de Luís Peixoto e Joaquim Pinto.


AD VALONGO 7-2 AA ESPINHO 

Pavilhão Municipal de Valongo
Árbitros: Paulo Santos e Porfírio Fernandes (ambos do Porto)

AD Valongo: David Arellano (GR), Miguel Viterbo (c, 1), João Marques, Peixe (3) e Hugo Azevedo. Jogaram ainda: Pedro Pinto, João Souto (3) e Pedro Mendes. Treinador: Paulo Pereira.


AA Espinho: Ângelo Girão (GR), Miguel Sousa, André Pinto (2), Rato e João Pinto. Jogaram ainda: João Ferro (GR), Fred e Tó Costa. Treinador: Carlos Realista.

Cartões azuis: Peixe, Miguel Sousa e João Pinto.
Cartão vermelho: Ângelo Girão.

Folga: CI SAGRES